sábado, 4 de junho de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas



Raglan Chenier de Araújo Borges

Faz mais de quatro anos que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo, pés inchados, taxas altas, depois que iniciei o tratamento melhorou bastante, mas conseqüentemente comecei a sentir sintomas como: insônia, pressão alta, vários ferimentos nos membros inferiores, coceiras nas costas, convulsão e depressão, foi quando comecei a fazer outros tratamentos para esses sintomas, tive um grande aliviou e sentindo melhor de saúde.   
Nasci na cidade de Patos – PB, minha infância foi à melhor possível, meus pais Joaquim Borges Filho e Emerentina Amélia de Araújo, tive dezesseis irmãos, gostava de brincar de futebol, pião, triangulo, pescava, caçava, tomava banho de açude Jatobá e rio Espinhara, tomava conta de bovinos e eqüinos, aos 14 anos e quatro meses de idade, vim morar em João Pessoa, juntamente com minha família, em 1976, fui trabalhar em Campina Grande porque passei no concurso da policia Civil, prestando serviço a 1ª CIRETRAN, em 1979, passei no concurso da DPRF, assumindo no dia 15 de Outubro do mesmo ano, logo em seguida fui transferindo para a cidade de Patos, prestando serviço nas cidades de Santa Luzia até a divisa do Ceara, na BR 230/ BR 361 de Patos á cidade de Itaporanga, onde prestei serviço durante mais de dezesseis anos, em 1991, casei com Maria do Carmo Ferreira de Oliveira Borges( Socorro ), na qual tivemos um casal de filhos, Ryanne e Lucas Dechenier.
Hoje tenho 54 de idade, me sinto feliz com relação a minha família, tenho um desejo de ver meus filhos formados e constituindo suas famílias para brincar com meus netos, e sonho ter minha saúde de volta.
Agradeço a Deus, por me dar a vida e protege-me todos os dias da minha vida, a minha família, em particular meus pais e meu irmão Jarbas, por ter proporcionado uma boa educação e estudos, esposa e filhos, pela força e  compreensão de me tolera porque depois  da doença fiquei muito chato, a alguns amigos que depois da doença não me abandonaram, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim.   

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