EXPERIÊNCIAS EM VARIOS HOSPITAIS, AMBULATÓRIOS E CLÍNICAS EM TODO O BRASIL TIVERAM RESULTADOS SATISFATÓRIOS COM A LUDOTERAPIA.
NA PB PODEMOS DAR INICIO A UMA EXPERIÊNCIA COM PACIENTES RENAIS EM HEMODIÁLISE, TAMBÉM COM RESULTADOS SATISFATÓRIOS
Através de pinturas, cores, jogos de memórias, musicas e brincadeiras interativas, os pacientes renais da CLINEPA poderam ter oportunidade de participar desse instrumento de crescimento pessoal e no clima saudável e lúdico.
LUDOTERAPIA... COMO ELA PODE LHE AJUDAR !
Do ponto de vista psicológico, Vygotsky (1997) atribui à ludicidade um papel importante : que é o de preencher uma atividade básica do ser humano, ou seja, ele é motivo para a ação, pois permite que ele comporte-se num nível que ultrapassa o que está habituado a fazer.
Vygotsky observa que o indivíduo apresenta em seu processo de desenvolvimento um nível que ele chamou de real e outro de potencial ou proximal. O real refere-se as etapas já alcançadas pelo indivíduo, ou seja, as coisas que ele consegue fazer sozinho. Já o potencial diz respeito à capacidade de desempenhar tarefas com ajuda dos outros, isso quer dizer que a criança está inserida num contexto social e seus comportamentos são frutos do processo de relações interindividuais, cabe então fazer com que o indivíduo avance na sua compreensão do mundo a partir do desenvolvimento consolidado, pois a brincadeira pressupõe uma aprendizagem social.
Podemos observar que desenvolver atividades lúdicas contribui para melhor conhecimento do grupo, além de desenvolver cooperação, interação, desibinição, socialização, significa recrear-se, porque é a forma mais completa que o indivíduo tem de comunicar-se consigo mesmo e com o mundo, pois no ato de brincar, ocorre um processo de troca, partilha, confronto e negociação, gerando momentos de desiquilíbrio e equilíbrio, propiciando novas conquistas individuais ou coletivas.
Quando brincamos, trabalhamos pensamento, movimentos, gerando canais de comunicação, onde a linguagem cultural própria do ser humano o transforma, pois sabemos que o brincar é um aspecto fundamental para chegar ao próprio desenvolvimento.
Uma proposta sócio - pedagógica para o desenvolvimento de RH
Uma das características marcantes na criança é a intensidade da atividade motora e a fantasia. Mas sabemos que mesmo na fase adulta não perdemos as fantasias de criança e não podemos viver para trabalho e deixar de pensar em ter momentos de relaxamento ou prazer.
É difícil compreender e explicar o fato de algumas empresas submeterem seus colaboradores a imobilidade. Pois apesar de tudo, mesmo com todas as tarefas a cumprir, o ser humano necessita de momentos para seu bem-estar. O trabalho se tornará prazeroso se ao colaborador for dado o direito à liberdade para pensar, buscar novas soluções, criar novos caminhos em busca de respostas, desenvolvendo com isso um pensamento crítico, tornando-o cidadão participante e efetivamente atuante em sua sociedade pois a ludicidade é um recurso que corresponde a um impulso natural do indivíduo, satisfazendo uma necessidade interior.
Enquanto pegagoga pude perceber que a atividade lúdica tem perdido seu valor enquanto conhecimento a ser vivenciado e usufruído e pode ser utilizado como instrumento pedagógico e recurso e adaptadas, pois suas regras devem ser experimentadas, construídas, contextualizadas e alteradas quando necessário.
Sendo assim, para obtenção do real sucesso nos objetivos de formação do indivíduo, é necessária que se atribua a ludicidade a dimensão de fenômeno social. Entendo que cada grupo social possui uma visão sobre sua prática, como parte de sua cultura, sendo essa cultura chamada cultura popular. Sendo assim, os anseios e necessidades do ser humano devem ser considerados desde sua infância até a fase adulta e não podemos privá-los destes momentos de prazer e conhecimento próprio.
Devemos valorizar e viver o lúdico a cada momento, o presente, o agora. É aqui que chamamos a atenção para a necessidade de formar gestores capazes de conhecer, compreender estes processos e sua extrema importância no campo profissional. O próprio gestor que lida com os colaboradores pode ser um agente desencadeador de comportamento inadequado, quando, não atende as suas reais necessidades, atuando mais como um elemento inibidor de potencialidades.
Percebemos que estas colocações conferem maior relevância à necessidade do que programas prontos, cujas atividades muitas vezes estão distantes da realidade lúdica do colaborador.
O brincar não pode portanto ser considerado uma atividade complementar a outras, mas uma atividade para a construção da identidade cultural e da personalidade.
Vygotsky observa que o indivíduo apresenta em seu processo de desenvolvimento um nível que ele chamou de real e outro de potencial ou proximal. O real refere-se as etapas já alcançadas pelo indivíduo, ou seja, as coisas que ele consegue fazer sozinho. Já o potencial diz respeito à capacidade de desempenhar tarefas com ajuda dos outros, isso quer dizer que a criança está inserida num contexto social e seus comportamentos são frutos do processo de relações interindividuais, cabe então fazer com que o indivíduo avance na sua compreensão do mundo a partir do desenvolvimento consolidado, pois a brincadeira pressupõe uma aprendizagem social.
Podemos observar que desenvolver atividades lúdicas contribui para melhor conhecimento do grupo, além de desenvolver cooperação, interação, desibinição, socialização, significa recrear-se, porque é a forma mais completa que o indivíduo tem de comunicar-se consigo mesmo e com o mundo, pois no ato de brincar, ocorre um processo de troca, partilha, confronto e negociação, gerando momentos de desiquilíbrio e equilíbrio, propiciando novas conquistas individuais ou coletivas.
Quando brincamos, trabalhamos pensamento, movimentos, gerando canais de comunicação, onde a linguagem cultural própria do ser humano o transforma, pois sabemos que o brincar é um aspecto fundamental para chegar ao próprio desenvolvimento.
Uma proposta sócio - pedagógica para o desenvolvimento de RH
Uma das características marcantes na criança é a intensidade da atividade motora e a fantasia. Mas sabemos que mesmo na fase adulta não perdemos as fantasias de criança e não podemos viver para trabalho e deixar de pensar em ter momentos de relaxamento ou prazer.
É difícil compreender e explicar o fato de algumas empresas submeterem seus colaboradores a imobilidade. Pois apesar de tudo, mesmo com todas as tarefas a cumprir, o ser humano necessita de momentos para seu bem-estar. O trabalho se tornará prazeroso se ao colaborador for dado o direito à liberdade para pensar, buscar novas soluções, criar novos caminhos em busca de respostas, desenvolvendo com isso um pensamento crítico, tornando-o cidadão participante e efetivamente atuante em sua sociedade pois a ludicidade é um recurso que corresponde a um impulso natural do indivíduo, satisfazendo uma necessidade interior.
Enquanto pegagoga pude perceber que a atividade lúdica tem perdido seu valor enquanto conhecimento a ser vivenciado e usufruído e pode ser utilizado como instrumento pedagógico e recurso e adaptadas, pois suas regras devem ser experimentadas, construídas, contextualizadas e alteradas quando necessário.
Sendo assim, para obtenção do real sucesso nos objetivos de formação do indivíduo, é necessária que se atribua a ludicidade a dimensão de fenômeno social. Entendo que cada grupo social possui uma visão sobre sua prática, como parte de sua cultura, sendo essa cultura chamada cultura popular. Sendo assim, os anseios e necessidades do ser humano devem ser considerados desde sua infância até a fase adulta e não podemos privá-los destes momentos de prazer e conhecimento próprio.
Devemos valorizar e viver o lúdico a cada momento, o presente, o agora. É aqui que chamamos a atenção para a necessidade de formar gestores capazes de conhecer, compreender estes processos e sua extrema importância no campo profissional. O próprio gestor que lida com os colaboradores pode ser um agente desencadeador de comportamento inadequado, quando, não atende as suas reais necessidades, atuando mais como um elemento inibidor de potencialidades.
Percebemos que estas colocações conferem maior relevância à necessidade do que programas prontos, cujas atividades muitas vezes estão distantes da realidade lúdica do colaborador.
O brincar não pode portanto ser considerado uma atividade complementar a outras, mas uma atividade para a construção da identidade cultural e da personalidade.


