terça-feira, 3 de maio de 2011
Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas
Ana Karla Morais de Oliveira França
Em 2004, tive um diagnostico de Lúpus Eritimatoso Sistêmico, já em 2006, comecei fazer o tratamento de hemodiálise, mas foi pouco tempo, dois meses, no começo sentia apenas dores no rim, depois as dores passaram e eu comecei a inchar, não me senti abatida, pra mim era como se fosse um tratamento normal, com o tempo algumas complicações de crises agudas, e o rins pararam, a mudança nos hábitos alimentares foi terrível, no começo não aceitou a idéia de ficar presa numa maquina, mas logo depois superei, fiquei 5 anos sem fazer o tratamento de hemodiálise, só na dieta e tratamento oral.
Nasci na cidade de Santa Rita – PB, minha infância foi muito boa, me recordo dos passeios culturais da escola, meus pais Francisco de Oliveira e Francisca Neuza, que me deram todo o conforto que uma filha única pode ter eu tive.
Hoje aos 27 anos de idade, sou formada em Admistração de Empresa, Analise de Sistemas e pós-graduada em Gestão Empresarial e de Pessoas, me sinto realizada, feliz, em 2007, casei com Carlos Antônio de França, maior sonho que tenho é de ser mãe.
Agradeço primeiramente a Deus, pelo dom da vida, a família, especialmente a meus pais e meu esposo, meus irmãos Rogerio e Tânia França, que estão comigo a cada batalha, a todos aqueles que oraram e oram pela minha saúde, a Paróquia Sagrado Coração de Jesus, e todos os profissionais de saúde, que carinhosamente cuidaram de mim e que ainda cuidam.
Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas
Afranio Batista Alves
Comecei fazer o tratamento CAPD em Março de 2001, durante dois anos e sete meses, por motivo de pressão alta, na época fiquei um pouco triste, mas depois resolvi encarar, e que não era uma coisa do outro mundo, em Agosto de 2003, consegui fazer o transplante com sucesso, foi minha irmã Lenalda Alves que foi a doadora, com gesto de amor, superei as dificuldades da doença, e consegui construir uma família.
Nasci na cidade de Sousa, juntamente com onze irmãos, meus pais João Neto de Andrade e Cecília Alves, minha infância foi boa, apesar das dificuldades, todos ajudavam na agricultura, me recordo muito das festas comemorativas, como o São João, Natal e fim de Ano.
Hoje estou com 31 anos de idade, vou faze 8 anos de transplantado, graças a Deus, bem realizado, feliz, e com saúde, em 2008 me casei com Lucia de Sousa, na qual tivemos um filho, Davi de Sousa com dois anos de idade, meu sonho é ter muita saúde e poder ajudar o próximo. Nesse ano, vou cursar a Universidade o curso de Ciências das Religiões, na qual me identifico muito.
Agradeço a Deus, depois a minha família, especialmente a meus pais que largaram tudo para vim pra João Pessoa, em busca do meu tratamento e do transplante, Minha irmã, que me deu nova esperança, os amigos da fé, a todos os profissionais de saúde que cuidaram e cuidam de mim até hoje.
Comecei fazer o tratamento CAPD em Março de 2001, durante dois anos e sete meses, por motivo de pressão alta, na época fiquei um pouco triste, mas depois resolvi encarar, e que não era uma coisa do outro mundo, em Agosto de 2003, consegui fazer o transplante com sucesso, foi minha irmã Lenalda Alves que foi a doadora, com gesto de amor, superei as dificuldades da doença, e consegui construir uma família.
Nasci na cidade de Sousa, juntamente com onze irmãos, meus pais João Neto de Andrade e Cecília Alves, minha infância foi boa, apesar das dificuldades, todos ajudavam na agricultura, me recordo muito das festas comemorativas, como o São João, Natal e fim de Ano.
Hoje estou com 31 anos de idade, vou faze 8 anos de transplantado, graças a Deus, bem realizado, feliz, e com saúde, em 2008 me casei com Lucia de Sousa, na qual tivemos um filho, Davi de Sousa com dois anos de idade, meu sonho é ter muita saúde e poder ajudar o próximo. Nesse ano, vou cursar a Universidade o curso de Ciências das Religiões, na qual me identifico muito.
Agradeço a Deus, depois a minha família, especialmente a meus pais que largaram tudo para vim pra João Pessoa, em busca do meu tratamento e do transplante, Minha irmã, que me deu nova esperança, os amigos da fé, a todos os profissionais de saúde que cuidaram e cuidam de mim até hoje.
Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas
Diana Lucia Elói de Araújo
Comecei fazer o tratamento de hemodiálise em 14 de Setembro de 2000, por motivo de infecção urinaria repetitiva e hipertensão, mas desde nove anos de idade, que venho sendo acompanhada, aos 19 anos fiz uma nefrectomia no rim esquerdo (perda do rim), quando recebi a noticia, tratei logo de resolver, pra não comprometer mais ainda o rim do lado direito, aceitei o tratamento, seguindo a dieta, consegui ficar por sete anos sem fazer hemodiálise, depois veio à gravidez do primeiro filho Rogerinho, foi tudo sob controle, depois veio uma segunda gravidez, foi onde começou todo o problema, fiquei muito hipertensa, tive infecções urinaria durante toda a gravidez, tive pré-eglapse gravíssima, e foi daí onde comprometeu meu rim.
Nasci em campina grande, mais sempre residi em soledade, criado junto a oito irmãos, minha infância, apesar de ter vindo de família humilde, foi bastante proveitosa, sempre tive facilidade de fazer boas amizades e me destacava entre elas, sempre gostei de minha liberdade, na minha infância costumava ir pra o sítio dos meus avôs paternos fins de semana, adorava, porque era lá que sempre reencontrava meus primos, adora fazer piquenique etc.
Hoje aos 37 anos, sou feliz por ter meu filho Rogério, aliás, ele me deu inspiração pra superar todas as dificuldades que enfrento, quando pensei em desistir de viver foi nele que busquei a saída pra não desistir do meu objetivo de vida, meu sonho, apesar de onze anos de hemodiálise é fazer meu transplante, que até o ano passado, não estava apta a fazer tal procedimento, e hoje estou pronta pra fazer o procedimento. pois fiz a correção necessária
Agradeço a Deus por me dar inspiração, pra mim continuar vivendo bem psicologicamente, e pra poder continuar junto a minha família, especialmente meus pais Ricardo e Marina Elói e meu lindo filho Rogério, aos amigos que tanto me apóiam na minha jornada de vida e aos profissionais de saúde que carinhosamente cuidam de mim. Beijos a todos e a vida continua.
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