sexta-feira, 20 de maio de 2011

ASSOCIAÇÃO SDE RENAIS CRÔNICOS TRANSPLANTADOS E DOADORES-PB

Santa Rita, 09 de maio de 2011

INFORMES



1.. Quem deseja fazer transplante em Campina Grande,

a) deve manter contato com o ISAS/Hospital Antonio Targino, fone 2102 0122, para marcar consulta com Dr. Rafael Maciel;

b) em seguida, solicitar, da (o) médica (o) que a (a) acompanha, a sua transferência. A ou o seu médico acompanhante fará isso rapidinho, pois você tem a liberdade de fazer hemodiálise ou transplante, ou ambos, onde quiser. É direito da (o) paciente.

2. O Projeto de Lei Passe Livre Municipal já foi apresentado em sessão da Câmara Municipal. O processo está acontecendo como determina a Lei. Em relação ao Projeto de Lei Passe Livre Estadual, mais um deputado apresentou o seu PL apenas para os renais crônicos, e o outro deputado, só para os portadores HIV/AIDS. Por cima, o último deputado federal, apresenta no seu PL de Passe Livre Interestadual. Aguarde convite para a sessão especial.

Precisamos refletir sobre atuação dos “aliados, tanto na luta pela conquista dos imunossupressores como dos PL pró passes livres. Será mais uma oportunidade de desenvolvimento da nossa consciência crítica. “Mansos como as pombos e vivos como as cobras.” Poderemos marcar uma reunião manhã 12/05/2011. Informação complementar no item seguinte..

4. Se você conhece pessoas que façam uso de Asuflin e Myfortic 306mg, mantenha contato telefônico comigo (3229 1939/9914 1350) ou vá à reunião de amanhã 12/05/2011, às 9h, à Rua Duque de Caxias – 80, Centro – João Pessoa.

5. Doente Crônico ou Transplantado tem direito a receber 25% a mais para ajuda de custo de acompanhante. Tem esse direito quem é aposentado por invalidez e a sua aposentadoria é resultado do seu trabalho,caso o beneficiário não possa cuidar de si (dificuldade de caminhar/cadeirante, acamado...) Portanto, não tem esse direito quem recebe “benefício” ou pensão.

Para conseguir 25% a mais na aposentadoria, a pessoa ou o seu procurador vai ao INSS. Lá conta a história da necessidade de acompanhamento constante ao paciente. Então, recebe um formulário bem simples (nome, RG, endereço...). O formulário pode ser preenchido em casa. Depois devolvê-lo ao INSS. Aí se marca a data da perícia. No dia da perícia, levar: o paciente, os exames (dos mais antigos aos mais novos) que justificam a sua condição de saúde, caixas dos medicamentos... Uma ou duas semanas, tem-se o resultado. Converse com a assistente social da clínica ou ambulatório.



Antonio Heliton de Santana

Presidente

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