terça-feira, 28 de junho de 2011

HOMENAGEM AO SEU JOSÉ ROSA: FALECIDO EM 27/06/2011 - FEITO PELO SEUS FAMILIARES



Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera,
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros
felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.

Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas f
lores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.

Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.

Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.

E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.

Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!

E o tempo passa...

Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.

Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!

Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos. 

Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.

Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.


Olhe para frente !

Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para dentro e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Autor desconhecido

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


João Alves Rocha
Há 5 anos iniciei o tratamento de hemodiálise. No começo eu tratava apenas o acido úrico, passei 3 anos nesse tratamento. Porém um certo dia pela manha, varrendo a calçada da minha residência, apresentei um calor fora do normal, em seguida fui tomar banho e quando a água caiu no meu corpo, cai e quando observei a minha perna esquerda estava totalmente preta, fui para o Hospital Samaritano, o médico fez de tudo para salvar minha perna, mas infelizmente não conseguiu. Fui amputado e logo depois iniciei o tratamento de hemodiálise.
Nasci e na cidade de Catolé do Rocha, sendo meus pais João Alves da Silva e Quiteria Rocha, que tiveram 13 filhos, todos vivos. Aos 12 anos de idade já comecei a trabalhar em um caminha da marca Chevrolet 1958, ajudando meu pai que fazia serviços gerais. Casei aos 21 anos de idade com Ana Maria Rolim dos Santos Rocha, com a qual tivemos 2 filhos: Everton Dikran dos Santos Rocha e Evelin Rolim dos Santos Rocha.
Hoje com 57 anos me sinto realizado, apesar de não ter uma situação financeira equilibrada, mas tenho minha casa própria e vivo bem, dentro das minhas possibilidades. Agradeço primeiramente a Deus, segundo a minha família e principalmente esposa e filhos, que me deram toda assistência e aos profissionais de saúde que cuidam muito bem de mim. Gostaria de destacar duas pessoas especiais para mim, minha esposa Ana Maria Rolim e minha irmã Ivone Rocha.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Ligia Rolim Mendes de Almeida
No ano de 2004 fui acometida de uma hidronefrose no rim esquerdo, começava minha luta. O meu rim direito estava funcionando, más o medo de acontecer o mesmo com ele, procurei  tratamento , coloquei  um duplo j nos dois rins para acompanhar por 6 meses a evolução do quadro , mas ao retirar o duplo J , o rim esquerdo continuava com obstrução , e sem função , então a solução foi excluí-lo , o que foi feito . Como o rim direito estava funcionando comecei o tratamento clinico com dieta e acompanhamento psicológico em grupo e individual .Em maio de 2011,  tive que fazer hemodiálise  pois estava sem condições físicas , por causas das taxas elevadas . Melhorei  bastante, aderi  ao tratamento , com apoio dos meus filhos , esposo, toda minha família, amigos e com muita força em Deus consegui  superar as dificuldades.
Nasci na cidade de Cajazeiras – PB, tenho três  irmãs , uma delas tem problema renal , e já foi transplantada , meus pais Francisco das Chagas Mendes Rolim e Giselda Rolim Mendes ( in memorian ).
Minha infância não foi fácil, perdi minha mãe aos 10 anos de idade, fomos  morar com meus avôs maternos . Tive a oportunidade de cursar Engenharia Civil, mas  não  concluí, fui trabalhar , passei no concurso da Caixa Econômica Federal . Em 1981 me casei com Anselmo Jackson Rodrigues de Almeida,  tivemos dois filhos maravilhosos , Gisêlda e Aran. Me formei em  Administração de Empresas.
Hoje aos 49 anos de idade, me sinto realizada, meu maior sonho: ver meus filhos formados , felizes , me dando muitos netinhos .
Agradeço a Deus, a toda minha família, especialmente ao meu esposo , aos meus filhos, aos amigos , familiares e a todos os profissionais de saúde que carinhosamente cuidaram e cuidam de mim com dedicação, paciência e carinho.
     

sábado, 11 de junho de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas



José Fernando Ferreira
 
Comecei a fazer o tratamento de hemodiálise em Janeiro de 2009, por motivo que senti as taxas alteradas, fraqueza, falta de apetite, gosto ruim na boca, insônia, inchaço nas pernas e parte do corpo, depois que comecei a fazer o tratamento, consegui dormir, voltei a me alimentar, melhorei bastante minha saúde, graças a Deus.
Nasci na cidade de Cajazeiras, aos nove anos de idade, comecei ajudar
a minha família, aos treze anos, perdi meu pai adotivo, e comecei a trabalhar muito cedo, gostava muito de estudar, em 1982, com vinte anos, passei no concurso do Banco do Brasil e Paraiban, em 1983, assumi no B. Brasil, em 1984, casei com Helena Moura do Nascimento, na qual tivemos uma filha Artemisa Fernanda Moura Ferreira, trabalhei quase vinte anos no Banco.
Hoje tenho 49 anos de idade, me sinto satisfeito apesar das dificuldades me sinto realizado, pela família, e pelo que consegui construir, tenho um desejo, que a ciência possa descobrir um meio de melhorar a nossa condição da insuficiência renal, tenho um sonho de concluir um curso superior, pois tive que abandonar no segundo período,
Aguardo com esperança de ser transplantado, pois tenho me preparado, com muito esforço, dedicação e disciplina, corrigindo os possíveis obstáculos para ter êxito nesse procedimento.
Agradeço a Deus, todos os dias, pelas oportunidades que me são por ele concedido, a família, especialmente esposa e filha, aos amigos da Fe, e todos aqueles que torce no meu dia-a-dia, e aos profissionais de saúde que
 

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas




Carlos Roberto da Silva Lucas

Faz um mês que faço o tratamento de hemodiálise, por negligencia minha, em Dezembro de 2008, fui recomendado pelos médicos a procurar um especialista em Nefrologia, por motivo que tinha hipertensão com sinais de comprometimento do rim, não fiz o tratamento orientado. No dia 15 Marco fui vitima de um infarte sem grande proporções causado por uma crise renal, hoje com o inicio do tratamento estou me sentindo muito melhor, sinto só dificuldades de adaptar na dieta, antes sentia fraqueza, falta de apetite, inchaço nas pernas, dor na região lombar, atualmente estou bem de saúde.
Nasci em João Pessoa, tive uma boa infância, mas com muitas dificuldades, meus pais Geraldo da Silva Lucas e Josefa da Silva Lucas, tive sete irmãos, na minha adolescência gostava muito de praticar esporte, como atletismo, handebol, futebol chegando ate a jogar nos times Central de Cruz das Armas e na Seleção do Colégio Estadual de Santa Rita, junto com o ex jogador Marzinho da Seleção Brasileira, aos 18 anos de idade, incorporei na Marinha Brasileiro, tive a oportunidades de conhecer vários lugares por ofício da profissão, chegando a participar da Expedição a Antártica ( Polo Sul ), por quatro vezes, em 1988, casei com Ilka Valeria Campos, na qual tivemos dois filhos Carlos Roberto e Maria Esther Campos. Em Dezembro de 2009, fui para reserva por conclusão por tempo de serviço ( trinta anos ). Dois meses após fui convidado pela Capitania para voltar ao trabalho onde permaneço ate hoje.
Hoje tenho 47 anos de idade, me sinto realizado, por tudo que construi, minha casa própria, aposentadoria, minha família. Tenho um desejo de ver meus filhos crescerem com uma boa formação, uma oportunidade que eu não tive, sonho em ser um funcionário da Petrobras.
Agradeço primeiramente a Deus, a família especialmente a minha esposa e sua família, minha mãe, irmãos, filhos, aos amigos que tem mostrado bastante solidariedade, a Tripulação da Capitania dos Portos da Paraíba e os demais amigos da Marinha de outros Estados, e os profissionais de saúde que cuidam de mim.

 


Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Adenilson Alves de Morais
 
Durante dois anos fiz dieta, para evitar o tratamento de hemodiálise, mas mesmo assim, as taxas continuaram aumentando e a pressão alta,  já se passaram seis meses que faço o tratamento de hemodiálise, com o passar da terceira seção, as taxas baixaram e eu me senti melhor, antes eu sentia cansaço, sonolência, fraqueza, sonolência, ânsia de vomito, mas depois que comecei o tratamento me sinto bem melhor de saúde, no inicio foi difícil aceitar o tratamento, em adaptar a nova dieta e novos horários com mudanças de vida.
Nasci em João Pessoa, minha infância foi muito boa, meus pais Ardnildo Morais dos Santos e Maria Concebida Alves Morais, tenho seis irmãos, na minha adolescência gostava de brincar de bola, bicicleta, soltar pipa, tomar banho de açude, rio, também gostava de estudar, aos 18 anos entrei para a Policia Militar, em 1994, fui cursar Segurança Publica em Maceió-AL, em 1996, retornei a João Pessoa formado em Bel. Segurança Publica, no ano de 2000, casei com Diane Cristine de Morais, do fruto do casamento nasceu Maria Alice, atualmente com oito anos de idade.
Hoje tenho 36 anos de idade, me sinto bem realizado profissionalmente, pois conclui minha pôs-graduação esse ano, e continuo trabalhando normalmente.
Feliz e com saúde graças a Deus, e como eu me sinto, tenho um desejo de poder ver minha filha crescer com saúde, e um sonho de um dia ser transplantado.
Agradeço a Deus, por esta em tratamento cuidando da minha saúde, a família, especialmente meus pais, irmãos, esposa, filha, sogra, aos amigos, e aos profissionais de saúde que cuida de mim.
 

sábado, 4 de junho de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Maria das Neves Gomes
Faz mais de seis anos que faço o tratamento de hemodiálise, antes fazia o tratamento laboratorial e dieta, sentia dor no rim, inchaço nas pernas e pés,  taxas altas, mal estar, falta de apetite, fraqueza, mas depois que iniciei o tratamento passei a comer melhor, a minha saúde melhorou bastante.
Nasci no sitio ( Aldeia ) São Francisco, município de Baia de Traição – PB, minha infância foi ótima, meus pais José Gomes e Maria Tertulina da Conceição, tenho seis irmãos, brincava muito de boneca e com os animais, eu era feliz e não sabia, tomava banho de rio, mar, adorava tirar as frutas no pé, corria, pula corda etc. Aos 18 anos de idade vim morar em João Pessoa, trabalhei vinte e cinco anos ajudando no comercio em confecção e banca de revista e no serviço domestico.
Hoje tenho 47 anos de idade, me sinto feliz por ter nascido descendente dos índios potiguar, também me sinto realizada por ter minha casa próprio, tenho minha aposentadoria, como também gozo de boas amizades, tenho um desejo de ver meus sobrinhos crescerem com saúde, e poder ajudar minha família, principalmente minha mãe, tenho um sonho de ser transplantada.
Agradeço a Deus, por tudo que consegui na minha vida, a família, especialmente a minha mãe, irmãos, tios, aos amigos que torceram por mim, Rodrigo, George, Salete, Albelio, Gil, Dona Creuza, Solange, Genesio, Juninho, Dulce, Eziane e todos,  aos profissionais de saúde que cuidam de mim.




Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas



Raglan Chenier de Araújo Borges

Faz mais de quatro anos que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo, pés inchados, taxas altas, depois que iniciei o tratamento melhorou bastante, mas conseqüentemente comecei a sentir sintomas como: insônia, pressão alta, vários ferimentos nos membros inferiores, coceiras nas costas, convulsão e depressão, foi quando comecei a fazer outros tratamentos para esses sintomas, tive um grande aliviou e sentindo melhor de saúde.   
Nasci na cidade de Patos – PB, minha infância foi à melhor possível, meus pais Joaquim Borges Filho e Emerentina Amélia de Araújo, tive dezesseis irmãos, gostava de brincar de futebol, pião, triangulo, pescava, caçava, tomava banho de açude Jatobá e rio Espinhara, tomava conta de bovinos e eqüinos, aos 14 anos e quatro meses de idade, vim morar em João Pessoa, juntamente com minha família, em 1976, fui trabalhar em Campina Grande porque passei no concurso da policia Civil, prestando serviço a 1ª CIRETRAN, em 1979, passei no concurso da DPRF, assumindo no dia 15 de Outubro do mesmo ano, logo em seguida fui transferindo para a cidade de Patos, prestando serviço nas cidades de Santa Luzia até a divisa do Ceara, na BR 230/ BR 361 de Patos á cidade de Itaporanga, onde prestei serviço durante mais de dezesseis anos, em 1991, casei com Maria do Carmo Ferreira de Oliveira Borges( Socorro ), na qual tivemos um casal de filhos, Ryanne e Lucas Dechenier.
Hoje tenho 54 de idade, me sinto feliz com relação a minha família, tenho um desejo de ver meus filhos formados e constituindo suas famílias para brincar com meus netos, e sonho ter minha saúde de volta.
Agradeço a Deus, por me dar a vida e protege-me todos os dias da minha vida, a minha família, em particular meus pais e meu irmão Jarbas, por ter proporcionado uma boa educação e estudos, esposa e filhos, pela força e  compreensão de me tolera porque depois  da doença fiquei muito chato, a alguns amigos que depois da doença não me abandonaram, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim.   

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas



Haroldo Silva de Almeida

Em 2007, comecei a fazer o tratamento de hemodiálise, por motivo de pressão alta,  anemia profunda e taxas alteradas, sentia fraqueza, ânsia de vomito, inchaço nas pernas e em todo corpo, ao iniciar o tratamento e depois de um certo período as taxas normalizaram, daí passei a ter uma qualidade de vida bem melhor, com saúde graças a Deus, logo no inicio senti um receio por ter tido um parente próximo também com insuficiência renal, meu tio, que por estar bastante debilitado veio a falecer, mas graças a Deus superei o medo.
Nasci em João Pessoa, minha infância foi muito proveitosa, meus pais Adones Alves de Almeida e Josefa Maria da Silva, tenho quatro irmãos, na minha adolescência gostava muito de jogar futebol, tomar banho de rio, mar e de andar de bicicleta, era muito estudioso, comecei cedo a trabalhar para ajudar a família, atualmente trabalho no Hiper Bompreço a cinco anos, e a quatro anos que estou afastado para tratamento.
Hoje estou com 32 anos de idade, me sinto vitorioso, por ter superado vários obstáculos na minha vida, por ter uma família que sempre me deu  total apoio, tenho um desejo de continuar meus estudos, tenho um sonho de ser feliz, e de ser transplantado.
Agradeço primeiramente a Deus, por ter me dado a segunda chance de viver, a minha família, especialmente meus pais e irmãos, aos amigos que sempre torceram e torcem por mim, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim.          

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas

Carlison Roberto Abrantes Gomes
Faz quase dois anos que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo de insuficiência renal, sentia pressão alta, com ânsia de vomito, também tinha calculo renal, com um tratamento me sinto bem, aceitei o tratamento numa boa, tranquilo.
Nasci na cidade de Sousa -PB, na fazenda boa vista, minha infância foi muito boa, meus pais Roberto Abrantes. de Oliveira e Lindalva Gomes de Abrantes, juntamente cinco irmãos, na minha adolescência gostava de caçar,pescar, montar em cavalo, vaquejada, tomava muito banho no rio do peixe e nos açudes. Aos vinte e quatro anos de idade, casei com Enoy Cristina Gadelha Abrantes, na qual tivemos dois filhos, Felipe e Vanessa Gadelha.
Hoje tenho 50 anos de idade, o que mais me deixou feliz, foi a formatura do meu filho, tenho um desejo e de ter mais saúde, tenho um sonho de formar minha filha, depois de um longo tempo na fazenda, Fui Funcionário Publico Estadual e hoje sou comerciante no ramo de veículos.
Agradeço a Deus, por me dar mais uns anos de vida, a família, especialmente minha mãe, esposa e filhos, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas

Otávio Nóbrega Distefano
Após vinte e quatro anos de diabetes sem muito controle e cheia de erros, a exatamente um ano, foi diagnosticada a minha insuficiência renal, sentia muitas crises de hipertensão, hipoglicemia, cansaço extremo, inchaço nas pernas, falta de apetite, mas depois do tratamento de hemodiálise, houve um controle maior da foicemos, da pressão arterial e a diminuição daquela fadiga.
Nasci na cidade de Curitiba - PR, aos seis anos de idade, com o falecimento do meu pai Marciano Bittencourt, vim morar em João Pessoa-PB, juntamente com minha mãe Ednelia Distefano e minhas irmãs Ana Luiza e Juliana, sinto saudades da minha infância no Condomínio Arruda Câmara, onde a única preocupação era quem iria trazer a bola, desde então minha vida e ligada aos esportes, como handebol, judo e jiu-jitsu. Em 2003, essa afinidade pelos esportes, me levou a cursar Educação Física. No dia 25 de dezembro de 2006, tive a grande felicidade de me tornar pai de Graziela, hoje com quatro anos de idade.
Hoje tenho 30 anos de idade, e meus atos me trouxeram a onde estou, cada um deles valeu apena, sinto que ainda tenho um longo caminho a percorrer, muito a aprender e bastante a ensinar, mais ainda a agradecer a todos que me ajudaram, e um grande desejo de voltar a praticar meus esportes prediletos, sonho de retornar a trabalhar na minha área.
Agradeço a minha família, por ter vido o pilar de todas as minhas vitorias, a minha filha, por ter entendido minha falta de paciência, todos os profissionais de saúde que cuidam de mim, aos amigos que oraram muito pela minha melhora e principalmente a Deus, que abençoa minha vida e que colocou cada uma dessas pessoas no meu caminho.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Maria Bezerra Dantas ( Diraci )
Comecei a fazer o tratamento de hemodiálise em Dezembro de 2009, por motivo da diabetes, infecção urinaria, fastio, fraqueza, cansaço, insônia, foi difícil aceitar, mas depois que iniciei o tratamento tive uma melhora geral, depois com o tempo eu fui me alimentando melhor, consegui andar, pois andava de cadeiras de rodas, hoje estou bem de saúde.
Nasci na cidade de Patos- PB, minha infância foi muito boa, meus pais Teodoro Moreira Dantas e Maria Dolores Bezerra Dantas, tenho sete irmãos, adorava tomar banho no rio espinharas, brincava de correr, toca, roda, de boneca, nas festinhas da escola e da igreja eu gostava de cantar e de fazer apresentações de teatro, juntamente com minha amigas, em 1978, já morando em João Pessoa, fiz Lic. em Geografia na UFPB, também fiz pós-graduação em educação, em 1982, viajei para Manaus em busca de  trabalho, não encontrando fui para Porto Velho- RO, onde fui me realizar como profissional da educação, trabalhei durante vinte cinco anos como professora de primeiro e segundo grau, em 1983, conheci Roberto Tames, posteriormente adotei uma criança por nome Anderson Vieira Viviane, atualmente com dezessete anos de idade.
Hoje tenho 58 anos de idade, me sinto realizada, por ter conseguido ser uma Funcionaria Federal, minha casa própria, tenho um desejo de ter muita saúde e ajudar o próximo, tenho um sonho de ver meu filho bem, tenho uma esperança em um dia poder ser transplantada.
Agradeço em primeiro lugar a Deus, por ele ter me dado a vida, minha família, especialmente meus pais, irmãs, esposos e filho, aos amigos de fé, e os profissionais de saúde que cuidam de mim.              

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ASSOCIAÇÃO DE RENAIS CRÔNICOS TRANSPLANTADOS E DOADORES-PB

Santa Rita, 30 de maio de 2011.

Companheira (o):

Informes:
1 – O DOC Denúncia e Reivindicatório a ser entregue ao Gov. Ricardo Coutinho foi enviado a Maria Conceição (Ceiça), solicitando-lhe a revisão.
2 – A advogada Valdênia Paulino está atualizando o estatuto ao mais recente código civil e ampliando para que contemple todos os doentes crônicos e os transplantados dessas patologias, conforme decisão e pedido nossos.
3 – Fizemos uma visita aos em tratamento dialítico do HSVP. O pessoal do terceiro turno, que faz hemodiálise na terça, quinta e sábado, às 15,30h. Queixas: não atendimento dos médicos às solicitações, não encaminhamento para realização de transplante... Demos as informações e formas de busca de solução sobre estes e outros assuntos. Esclarecemos que devem insistir na luta pela efetivação dos direitos.
Assumimos levantar informações no TFD e levar formulário para solicitação do Passe Livre Nacional. Recebi a visita de um usuário que reside em Santa Rita, e pedi ao mesmo que repassasse a resposta do TFD para o interessado. 
4 – Precisamos com urgência protocolar oficio de solicitação de audiência ao Governador RC.  O ofício deve ter como base o DOC referido. Vou pesquisar nos meus registros quem se responsabilizou por essa tarefa. Manterei contato com ela. Em breve enviarei resposta.
5 – Mandei outro meio para as clínicas de nefrologia sobre a disponibilidade do AZULFIN, inclusive as  CN de Campina Grande e outros municípios da PB.
Solicitações:
1-Quem tiver exames mensais ou de rotina, seja renal crônico ou transplantado de coração, envie-me para comprovação da necessidade dos mesmos com análise de todos os ítens indispensáveis, a fim de revelar o estado de saúde do crônico ou transplantado, facilitar o acompanhamento médico, assim ratificar a denúncia dos exames incompletos. Esses exames serão colocados no anexo do DOC referido. Basta digitá-lo.
2 – Por favor, envie este e-mail para outras pessoas.
Os meus agradecimentos a todas as pessoas envolvidas nesta luta por assistência digna à saúde. Contem sempre comigo a serviço do bem.
Antonio Heliton de Santana
Presidente