terça-feira, 29 de março de 2011

Anemia na insulficiência Renal

  Anemia na Insuficiência Renal
A anemia é freqüentemente observada em pacientes com insuficiência renal crônica, sendo responsável por grande parte das queixas desses pacientes. A anemia, quando não tratada, está associada a diversas complicações, dentre elas, as doenças cardíacas. O coração do paciente com anemia tem que “trabalhar” mais, e esse excesso de trabalho pode levar ao desenvolvimento ou à piora das doenças cardíacas. Informações sobre essa complicação podem ser encontradas no Folheto Doenças Cardíacas distribuído anteriormente em sua Unidade de Diálise. Informe-se! Outras complicações, tais como atraso no crescimento em crianças, disfunções sexuais, diminuição da capacidade de realizar exercícios, diminuição da defesa do organismo (imunidade), estão também associadas à presença de anemia. Desse modo, se você estiver sentindo cansaço aos esforços, indisposição, fraqueza ou tontura, comunique seu médico.

    Qual a relação entre o rim e a anemia?
 O rim produz um hormônio chamado eritropoetina (EPO), que estimula a produção de glóbulos vermelhos do sangue. O mau funcionamento dos rins diminui a formação desse hormônio, causando anemia.  Para que os glóbulos vermelhos sejam forma-dos corretamente, outros elementos, tais como vitamina B, ácido fólico e principalmente o ferro, devem estar presentes em quantidades corretas, pois são a “matéria-prima” para a “construção” do sangue. Além disso, existem outros fatores que contribuem para o aparecimento ou piora da anemia, tais como perda de sangue, infecção, hiperparatiroidismo e diálise inadequada, entre outros. Avise seu médico sempre que tiver qualquer perda de sangue nas fezes, na diálise ou quando menstruar. É importante que você e seus familiares saibam que a diminuição de eritropoetina e de ferro é a principal responsável pela anemia de quem faz diálise.

   Quando tratar a anemia?
A anemia é detectada quando os níveis de hemoglobina e hematócrito estão baixos. Esses exames são realizados obrigatoriamente nas Unidades de Diálise todos os meses. Os pacientes em diálise devem manter a hemoglobina entre 11 e 12 g/dl; e o hematócrito entre 33% e 36%. Pacientes com níveis inferiores a esses devem ser tratados. Entretanto, é importante lembrar que alguns pacientes não apresentam anemia e, portanto, não precisam de tratamento. Procure acompanhar os resultados de seus exames, assim você poderá entender e participar ativamente do seu tratamento.

   Como tratar a anemia?
O tratamento da anemia deve ser feito com a reposição de eritropoetina, ferro, complexo B e ácido fólico. Sua participação é fundamental para o sucesso do tratamento. A dispensação de eritropoetina e do ferro endovenoso é rigorosamente controlada pela Secretaria da Saúde. Cada região do país tem um processo para liberar esses medicamentos aos pacientes com indicação de usá-los. O processo de liberação tem validade de apenas três meses, por isso, deve ser sempre renovado pelo médico responsável por sua diálise. Procure informações na sua Unidade de Diálise sobre como e onde receber essas medicações. A reposição de eritropoetina, na maioria das vezes, é feita por via subcutânea, conforme a prescrição do médico. Em algumas situações especiais esse medicamento pode ser administrado por via endovenosa (na veia).  Existem atualmente no Brasil dois tipos de eritropoetina. Você deve ter muito cuidado com o armazenamento dessas medicações, pois uma delas deve ser conservada em geladeira. E não esqueça que para levar essa eritropoetina de casa para a Diálise, você deverá colocá-la em um isopor com gelo. Se necessário, tire suas dúvidas com o seu médico ou com a enfermeira. Em pacientes que fazem hemodiálise, a necessidade de reposição de ferro é geralmente grande, devendo ser feita preferencialmente por via endovenosa. A utilização de comprimidos de ferro não é indicada, pois tomar muitos desses comprimidos pode causar irritação no estômago (gastrite) e obstipação intestinal. Nos pacientes em diálise peritoneal (CAPD ou APD), a necessidade de ferro é menor e, eventualmente, eles podem se beneficiar do uso de comprimidos de ferro. Não fique surpreso ou preocupado se seu médico suspender ou diminuir a dose de eritropoetina temporariamente. Quando a hemoglobina e o hematócrito estiverem acima do recomendado, alguns problemas, como trombose de fístula, piora da eficiência da diálise e hipertensão, podem ocorrer.  O uso do ferro também pode ser suspenso quando a reserva do ferro no organismo estiver alta. Além disso, sugere-se suspender o ferro na presença de infecção. O complexo B e o ácido fólico devem ser tomados diariamente. Além de serem importantes para a produção de sangue, essas vitaminas também ajudam a evitar doenças do coração. Lembre-se de tomá-las. Como você viu, várias complicações da insuficiência renal estão associadas à presença da anemia. Mas agora você sabe que existe um tratamento eficiente e como sua participação é importante. Tratando corretamente a anemia você sentirá maior disposição para o trabalho e estudos, para caminhar ou mesmo fazer exercícios. Você terá também diálises mais tranqüilas e com isso comerá e dormirá melhor. Não esqueça: o tratamento correto da anemia melhora muito a sua qualidade de vida.

sábado, 26 de março de 2011

FESTA NO DIA INTERNACIONAL DO RIM

                                                        Alegria tomou conta de Tambaú

sexta-feira, 25 de março de 2011

Como funcionam as Centrais de Transplantes:

        1. O receptor preenche uma ficha e faz exames para determinar suas características sangüíneas, da estatura física e antigênicas (o caso dos rins); 
        2. Os dados são organizados em um programa de computador. A ordem cronológica é usada principalmente como critério de desempate; 
        3. Quando aparece um órgão, ele é submetido a exames e os resultados são enviados para o computador; 
        4. O programa faz o cruzamento entre os dados de doador e receptor e apresenta dez opções mais compatíveis com o órgão; 
        5. Os dez pacientes não são identificados pelo nome para evitar favorecimento. Só suas iniciais e números são mostrados. Nesta etapa, todos os profissionais da central têm acesso ao cadastro; 
        6. O laboratório refaz vários exames e realiza outros novos com material armazenado desse receptor. Nesse momento, o receptor ainda não é comunicado; 
        7. A nova bateria de exames aponta o receptor mais compatível. Nessa etapa, o acesso ao cadastro fica restrito à chefia da central; 
        8. O médico do receptor é contatado para responder sobre o estado de saúde do receptor. Se ele estiver em boas condições, é o candidato a receber o novo órgão. Se não estiver bem de saúde, o processo recomeça; 
        9. O receptor é contatado e decide se deseja o transplante e em que hospital fará a cirurgia.

domingo, 20 de março de 2011

APRAIA DE TAMBAÚ ERA DOS RENAIS COMO O CÉU ERA DOS AVIÕES




No rosto de cada um participante, no seu semblante...na sua alma... vi no sorriso... a verdadeira expressão de que vali apena viver, sua alegria contagiou a todos os Anjos de Guarda que estavam presentes ( profissionais de saúde, familiares etc.), por toda  a avenida tomou conta o sentimento mais puro de lição de vida e de solidariedade humana, e  que cantar bem alto faz espantar nossos males, porque ele solta nossos desejos contidos no nosso dia-a-dia, mas o importante naquele momento era celebrar o dom da vida e poder compartilhar com todos a alegria e acima de tudo... não ter a vergonha de ser feliz, que caminhada linda, bela... bravos seguidores, cada passo seguia um ritmo ... um ritmo de cada coração ali presente... um ritmo cadente de vida, e seguimos esse ritmo... que é simplesmente o ritmo do AMOR... e que nos faz aprender cada dia um pouquinho, e pra terminar é bom lembrar a nossa caminhada continua, na perseverança... no acreditar que você pode mais e que só depende única e exclusivamente de você querer, pois toda a força esta dentro de você, nós somos mero expectadores ... apenas apoiamos e colaboramos... mas a força é sua... vocês que são  fortes e bravos.     

Colaborador: Anjo Amigo

sexta-feira, 18 de março de 2011

ATUALIZAÇÃO DE CADASTRO

PARA ATUALIZA O CADASTRO NECESSÁRIO APRESENTAR XEROX DOS DEVIDOS DOCUMENTOS:

          IDENTIDADE;
          COMPROVANTE DE RESEDÊCUA;
          CPF;
          CARTÃO SUS;
          RECEITA + FORMULÁRIO (LME)
          EXAMES LABORATORIAIS.

OBS: A NÃO APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS O PACIENTE FICARÁ SEM RECEBER OS MEDICAMENTOS.

INFORMAÇÃO DO SEDMEX E IPIP

terça-feira, 15 de março de 2011

2º CAMINHADA PELO DIA INTERNACIONAL DO RIM

DIA: 19 DE MARÇO DE 2011
LOCAL: BUSTO DE TAMANDARÉ
PRAIA DE TAMBAÚ
APARTIR DAS 08 HS


CAMPANHA DE PREVENÇÃO DA DOENÇA RENAL CRÔNICA

OS PARTICIPANTES DA CLINEPA RECEBERAM UMA CAMISA !
                                        PARTICIPE !!!!!

sexta-feira, 4 de março de 2011

IMPOSTO DE RENDA

Doenças Graves
Procedimentos para Usufruir da Isenção
Inicialmente, o contribuinte deve comprovar ser portador da doença apresentando laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, Estados, DF ou Municípios junto a sua fonte pagadora.
Após o reconhecimento da isenção, a fonte pagadora deixará de proceder aos descontos do imposto de renda.
Nos casos de Hepatopatia Grave somente serão isentos os rendimentos auferidos a partir de 01/01/2005.
Caso a fonte pagadora reconheça a isenção retroativamente, isto é, em data anterior cujo desconto do imposto na fonte já foi efetuado, podem ocorrer duas situações:
*       o reconhecimento da fonte pagadora retroage ao mês do exercício corrente (ex.: estamos em Abril do ano corrente e a fonte reconhece o direito à partir de janeiro do mesmo ano): o contribuinte poderá solicitar a restituição na Declaração de Ajuste Anual do exercício seguinte, declarando os rendimentos como isentos à partir do mês de concessão do benefício.
*       O reconhecimento da fonte pagadora retroage a data de exercícios anteriores ao corrente, então, dependendo dos casos abaixo discriminados, adotar-se-á um tipo de procedimento:
Caso 1 - nos exercícios anteriores ao corrente, apresentaram-se declarações em que resultaram saldos de imposto a restituir.
Procedimento:
a.     Apresentar declaração de imposto de renda retificadora para estes exercícios, em que figurem como rendimentos isentos aqueles abrangidos pelo período constante no laudo pericial; DIRPF - PROGRAMAS GERADORES DE DECLARAÇÕES.
b.     Entrar com processo manual de restituição referente à parcela de 13.º que foi sujeita a tributação exclusiva na fonte (na declaração retificadora, o valor recebido a título de 13.º deverá ser colocado também como rendimento isento e não tributável) - Formulário
Caso 2 - nos exercícios anteriores ao corrente, apresentaram-se declarações em que resultaram saldos de imposto a pagar.
Procedimento:
a. Apresentar declaração de imposto de renda retificadora para estes exercícios, em que figurem como rendimentos isentos aqueles abrangidos pelo período constante no laudo pericial; DIRPF - PROGRAMAS GERADORES DE DECLARAÇÕES
b. Entrar com processo manual de restituição referente à parcela de 13.º que foi sujeita a tributação exclusiva na fonte (na declaração retificadora, o valor recebido a título de 13.º deverá ser colocado também como rendimento isento e não tributável); Formulário
c. Elaborar e transmitir Pedido Eletrônico de Restituição - PER para pleitear restituição dos valores pagos a maior que o devido.
Se a doença puder ser controlada, o laudo deverá mencionar o tempo de tratamento, pois a isenção só será válida durante este período.
Obrigatoriedade na entrega da Declaração IRPF
A isenção do Imposto de Renda Pessoa Física não isenta o contribuinte de seus deveres de apresentar a Declaração IRPF. Caso se situe em uma das condições de obrigatoriedade de entrega da referida declaração, esta deverá ser entregue normalmente.

IMPOSTO DE RENDA ISENÇÃO

Doenças Graves

Condições para Isenção do Imposto de Renda Pessoa Física
Os portadores de doenças graves são isentos do Imposto de Renda desde que se enquadrem cumulativamente nas seguintes situações:
  • os rendimentos sejam relativos a aposentadoria, pensão ou reforma (outros rendimentos não são isentos), incluindo a complementação recebida de entidade privada e a pensão alimentícia; e
  • seja portador de uma das seguintes doenças:
    • AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)
    • Alienação mental
    • Cardiopatia grave
    • Cegueira
    • Contaminação por radiação
    • Doença de Paget em estados avançados (Osteíte deformante)
    • Doença de Parkinson
    • Esclerose múltipla
    • Espondiloartrose anquilosante
    • Fibrose cística (Mucoviscidose)
    • Hanseníase
    • Nefropatia grave
    • Hepatopatia grave (observação: nos casos de hepatopatia grave somente serão isentos os rendimentos auferidos a partir de 01/01/2005)
    • Neoplasia maligna
    • Paralisia irreversível e incapacitante
    • Tuberculose ativa
Não há limites, todo o rendimento é isento do Imposto de Renda Pessoa Física.
Situações que não geram isenção:
1) Não gozam de isenção os rendimentos decorrentes de atividade, isto é, se o contribuinte for portador de uma moléstia, mas ainda não se aposentou;
2) Não gozam de isenção os rendimentos decorrentes de atividade empregatícia ou de atividade autônoma, recebidos concomitantemente com os de aposentadoria, reforma ou pensão;
3) A isenção também não alcança rendimentos de outra natureza como, por exemplo, aluguéis recebidos concomitantemente com os de aposentadoria, reforma ou pensão.

AVISO

REUNIÃO DAS ENTIDADES DE DOENTES CRÔNICOS E TRANSPLANTADOS DIVERSOS
João Pessoa, 26 de fevereiro de 2011
ATA

1.Cobrança das Tarefas
a) Convite à advogada Dra. Valdênia Paulino para orientação sobre a fundação de uma associação que contemple todos os receptores.
Após ouvir os participantes, Dra. Valdênia Paulino levantou as seguintes questões: É melhor fundar outra entidade ou fortalecer as que existem?  É melhor tomar com base a mais antiga – RENAIS/PB, e fundir com as demais? Quais seriam as vantagens de uma associação que contemple as patologias crônicas transplantáveis?  Considerando que transplantados de coração e fígado é um número reduzido, é melhor somar as entidades. Levando em conta que a RENAIS-PB tem dez anos de existência, e que para aprovação de projetos exige-se, no mínimo dois anos de existência, é melhor fundir as associações. Em relação à RENAIS-PB, Dra. Valdênia fez estas orientações: que na assembléia registre-se em ata que o tempo da diretoria à sua frente foi resultado de consenso; que à ata coloque-se como anexo as conquistas nestes anos de existência; que se atualize o estatuto; e que se eleja a nova diretoria. E mais, sugeriu que se consiga uma sala por comodato, a qual servirá como referência de endereço e onde serão guardados os documentos das entidades existentes e da nova.  Por fim, dispõe-se a fazer a adequação do estatuto novo código civil, além de manter contato com defensores públicos e nos convidar para participar do Conselho Estadual dos Direitos Humanos e do Cidadão, cujas sessões se realizam aos sábados, quinzenalmente.      
b) Agendamento de Audiência com o Secretário de Estado da Saúde Dr. Mário Toscano.
Por motivo de viagem do Secretário da Saúde da Paraíba, o agendamento foi adiado. Daí, decidimos contatar com a CET para tomar conhecimento dos resultados da audiência no Ministério Público Federal com o Secretário de Saúde da Paraíba e outros representantes, marcada para 25 ou 28 de fevereiro de 2011, e nos Informar a respeito do projeto do APPT com o médico que o elaborou, assim como solicitar cópia do projeto para análise, e fazer contraproposta ao governo. Após esses encaminhamentos, agendar audiência com o Secretário de Saúde da Paraíba.
 c) Informações da reunião com Dra. Gyanna Lys Montenegro/CET, em substituição a audiência com Dr. Mário Toscano Secretário de Saúde da Paraíba.
Ver ata anexa.
d) Denúncia e solicitação de providências de falta de medicamentos junto ao Mistério Público da Paraíba.
Ver documento anexo. Denúncia de falta de medicamentos e solicitação de providências ao Ministério Pública da Paraíba  em 23 de fevereiro de 2011.
e) Averiguação junto à AGEVISA do uso do capilar por mais de doze vezes, ou seja, vinte vezes.
A AGEVISA informou que o uso do capilar é por dozes vezes.  A exceção é quando o “prime” exceder de oitenta. Colocou-se à disposição para acolher a  denúncia formal e tomar as providências cabíveis. 
Encaminhamento: levantar mais informações a respeito das consequências desta prática para os usuários da NEFRUZA: infecção e três mortes. Em caso de confirmação, fazer denúncia á AGEVISA.
f) Envio da síntese das conquistas da RENAIS-PB nos seus dez anos de atuação.
Em andamento o processo de síntese.
g) Passe livre.
Fez levantamento dos direitos dos doentes crônicos e das leis que garantem esses direitos.
Encaminhamento: junto ao Ministério Público da Paraíba PB e/ou ao Ministério Público Federal verificar se esses direitos e leis estão atualizados, enviá-los para a Vereadora Sandra Marrocos/JP e Deputado Estadual/PB Anastácio Ribeiro com os objetivos de elaborar os projetos, apresentá-los e defendê-los; para os doentes crônicos e transplantados tomar conhecimento ou revê-los; e para a CET, parceira.
h) Outras propostas.
Visitar as clínicas de nefrologia..., e envolver os pacientes e familiares na luta em defesa dos direitos, animando-os ratificar abaixo-assinado com nome e RG; inteirar o Governador Ricardo Coutinho da realidade dos portadores dessas patologias e transplantados; utilizar-se da m[dia; realizar manifestações públicas; elaborar panfletos para distribuição nas clínicas.   
I ) Próxima reunião: 12 de março, das 14 às 16h

Antonio Heliton de Santana
Presidente da RENAIS-PB