quinta-feira, 29 de setembro de 2011

CAFÉ DA MANHÃ DA CLINEPA

Café da manhã

Uma parceria da CLINEPA e do Instituto Felipe Kumamoto promoveu no ultimo dia 17 de setembro um café da manhã com os pacientes renais em hemodiálise.
A abertura foi com um pequeno show de Renato Dantas e foram proferidas palestras pela equipe multidiciplinar da CLINEPA (Dr Washington Ciro - Nefrologista , Daniella Kumamoto - Nutricionista, Sharlene Medeiros – Psicologa , Marcus Venicius - Psicologo e Rodrigo - Fisioterapeuta).


Contou-se também com a ilustre presença de Dr Italo Kumamoto, que aproveitou a ocasião para reforçar o seu apoio ao reinicio dos transplantes de órgãos na Paraíba . Esse evento  tem como objetivo aumentar os conhecimentos dos pacientes e familiares sobre a importância do doente renal e aderir ao tratamento para uma melhor qualidade de vida.

MANIFESTO DOAÇÃO DE ORGÃOS 2


















MANIFESTO DE DOAÇÃO DE ORGÃOS












quinta-feira, 15 de setembro de 2011

INSTITUTO DO RIM LANÇA PROJETO SAÚDE NA DIÁLISE

NOTICIAS AOS RENAIS
NOTÍCIAS: : INSTITUTO DO RIM LANÇA PROJETO SAÚDE NA DIÁLISE  
O doente renal crônico tem acúmulo de toxinas no sangue por causa da deficiência dos rins. As soluções para o caso são transplante ou tratamento de hemodiálise, no qual a limpeza do sangue é feita por máquinas. Mas a pequena atividade do órgão também traz alguns problemas para a saúde que, se não forem tratadas, podem diminuir a qualidade de vida do paciente e, conseqüentemente, as chances de óbito aumentam.

A Associação Amigos do Rim, juntamente com o Instituto do Rim do Paraná, lançou o projeto Saúde na Diálise com as 350 pessoas atendidas pela entidade. "Existem cinco metas a serem alcançadas, além do tratamento de diálise, para garantir uma boa sobrevida ao paciente. São os controles da anemia, doenças ósseas, desnutrição e colesterol. Cerca de 50% dos doentes renais crônicos não conseguem atingir as metas. Isso não significa que estejam correndo risco de vida, mas não estão no ideal",  "Isso acontece pela falta de aderência ao tratamento, causada pelo não-entendimento e difícil acesso à medicação, mesmo aquela fornecida pela saúde pública".

A nefrologia (especialidade médica que cuida dos rins), evoluiu muito nos últimos vinte anos. Antes, as metas estabelecidas pelos médicos eram difíceis de ser alcançadas. Com o avanço, há um rigor maior e a intenção é levar o paciente a uma vida praticamente normal.`
Portanto, verifique seus exames mensalmente e questione seu médico para lhe dar as devidas orientações.
OBS: Nota extraída da página da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).
Atenciosamente: Carlos Roberto Lucas

domingo, 4 de setembro de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas




Luiz Hermínio de Lima
 
Comecei a fazer o tratamento de hemodiálise em Setembro de 2010, por motivo de hipertensão e Diabetes, sentia muita sede, fraqueza nas pernas, suava bastante e sentia mal estar. Depois que comecei a fazer o tratamento, acabou o mal estar que sentia antes, me sento bem melhor de saúde hoje, controlando todas as taxas, graças a Deus.
Nasci na cidade Serra da Raiz, meus pais Braz Hermínio de Lima e Antonieta da Silva Lins, tenho quatro irmãs, Lucia, Maria José ( In Memória) Maria José e Salete. Aos três anos de idade vim morar em João Pessoa, minha infância foi muito boa, brincava de pião, bola de gude, empinar papagaio e jogar bola. Em 1976, fiz o concurso dos Correios e Telegrafo, sendo aprovado e chamado no mesmo ano. Em 1982, casei com Rosineide Nazaré de Souza Lima, na qual tivemos dois filhos, Lucineide e Wallace, tenho um neto chamado Lucas de nove meses.
Hoje tenho 58 anos de idade, me sinto realizado, pois com muito esforço criei e eduquei meus filhos, tenho minha casa própria, como também minha aposentadoria. Tenho um desejo de ter minha saúde de volta, um sonho ver meus filhos bem casados e realizados e ver meus netos crescerem com saúde e ter sua profissão, como um verdadeiro cidadão.
Agradeço a Deus, por estar aqui ainda, a minha família, meu pai, irmãs, especialmente a minha esposa e filhos, aos amigos e todos os profissionais de saúde que cuidam de mim.
 


A ARTE DE SER LEVE

A ARTE DE SER LEVE

Costumo dizer que, depois de passar alguns anos correndo atrás da felicidade, hoje prefiro andar sem pressa em busca da leveza. Não a leveza que nos aliena ou nos condena a superfície, mas aquela que nos inspira a manter uma espécie de elegância existencial mesmo diante da adversidades – e adversidade é coisa que nunca falta pelos caminhos.Todos nós temos problemas, todos nós convivemos com frustações e perdas. Mas nenhuma carga de insatisfação pessoal justifica nos transformarmos em seres de espíritos obesos, criaturas permanentemente estressadas e insatisfeitas que parecem carregar nas costas (e na alma) o peso do universo.Não a nada mais penoso do que conviver com pessoas desagradáveis – seja em casa, no trabalho,no prédio onde moramos ou na fila do cinema. E a reciproca, claro, é verdadeira: poder compartilhar um espaço, uma atividade ou uma vida com alguém leve é um dos grandes prazeres da existência.
Quando penso nessa leveza que acrescenta qualidade ao cotidiano, penso, antes de mais nada, em bom humor e gentileza. Pessoas indelicadas, incapazes de dizer “obrigada” ou “por favor”, aquela colega da empresa que nunca dá um “bom dia”, o chefe que maltrata os funcionários, o motorista que sai dando fechadas no trânsito, a vendedora que não cumprimenta os clientes: quem é que gosta de dividir o seu cotidiano com pessoas assim? E aquele médico que não dá um sorriso se quer, o marido que não abre a cara por nada deste mundo, a amiga que reclama de tudo e de todos, a colega de trabalho que parece que estar brigada com todos e com tudo: alguém merece viver com criaturas assim?
Quando se abre mão da gentileza, a qualidade de vida cai drasticamente. Não há como manter bons relacionamentos – sejam eles na esfera profissional, social ou familiar – quando se é descortês ou grosseiro. E, quando nossos relacionamentos deixam a desejar, nossa qualidade de vida é expressivamente reduzida. Com o humor,ocorre o mesmo. Pessoas bem-humoradas ou com senso de humor convivem melhor com o mundo e com elas mesmas. Não criam dramas desnecessários e, com isso, reduzem o impacto das cirscunstâncias desfavoráveis que inevitavelmente fazem parte do nosso dia a dia.
Antigamente, valorizava-se muito a simpatia. Hoje, no mundo das aparências e do consumismo, valem o corpo malhado, o carro do ano, o rosto sem rugas, a roupa de grife. Aos poucos vamos nos esquecendo de sermos agradáveis – é como se a simpatia fosse uma virtude bobinha do passado, uma prima pobre esquecida diante de tantos modismos. Apressados, estressados, esgotados pelo esforço permanente do “ter que fazer”, “ter que correr”, “ter que se dar bem” e “ter que competir”, vamos aumentando, sem perceber, o peso que carregamos na alma. É como a cada dia acrescentássemos alguns quilos à nossa bagagem e o percurso vai ficando cada vez mais arrastado e mais difícil.
Para quem não teve a sorte de nascer leve, leveza é algo que se aprende, garante um casal de psicólogos portugueses que entrevistei para o meu livro sobre esse tema. Helena Marujo e Luis Miguel Neto dão treinamento em empresas, escolas e hospitais para ensinar as pessoas a serem mais bem humoradas, mais agradáveis e mais otimistas.Fácil não é, eles admitem. Mas é possível. São escolhas diárias que fazemos, pequenas e grandes escolhas: como vou tratar este colega? Vou respeitar ou não meus funcionários? Vou passar duas horas reclamando da vida para os meus filhos? Esta minha cara fechada é algo que alguém merece ter por perto? Até quando vou impor meu azedume a quem me cerca? Quando foi a última vez que tentei ser uma pessoa melhor, mais generosa e delicada, menos amarga ou agressiva? São perguntas que podemos, ou devemos,nos fazer cotidianamente – pequenos exercícios em prol da leveza e da tão falada qualidade de vida.
Mestres na arte de cortar carboidratos e contar calorias, talvez seja hora de colocarmos a alma na balança, aparar as arestas e reduzir as gorduras dos espiritos. “Travel light”, costumam recomendar os guias de viagem: “viagem leve”, ou seja , quanto menos bagagem, maior a chance de desfrutarmos o que aparece no caminho. Quando a alma pesa pouco, viaja-se ou vive-se, melhor. E claro, quem convive conosco agradece.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas










Lucia Helena Leal de Lima

Em Abril de 2007, comecei a fazer o tratamento de Hemodiálise, por motivo de hipertensão, comia muito sal, carne, gordura. Sentia mal estar, vômitos, anemia profunda, inchada, Mas depois que comecei fazer o tratamento melhorei da minha saúde.
Nasce em João Pessoa, Tinha uma infância com problemas de saúde, vivia sempre internada, entre Recife e João Pessoa, comecei a melhorar depois dos meus 13 anos de idade, na minha adolescência gostava de brincar de boneca, de se esconder, barra bandeira, banco imobiliário, de pega etc. Meus pais Pedro Ferreira de Lima e Bernadete de Lourdes Leal Rodrigues de Lima, tenho três irmãs, Sandra, Neto e Paulo ( In memória ).  Fiz o Pedagógico, mas trabalhei como comerciaria em 1998.
Hoje tenho 40 anos de idade, me sinto feliz por estar viva, tenho um desejo de ter minha casa própria e ter minha independência, um sonho de ficar boa, de ter minha saúde de volta.
Agradeço a Deus por esta viva, a minha família, especialmente meus pais, aos amigos da fé, a todos os profissionais de área de saúde que cuidam de mim.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Receita da Alegria

Receita da Alegria
Jogue fora todos os números não essenciais para tua sobrevivência. 
Isto inclui: idade, peso e altura e tamanho de pé. 
Conviva, de preferência, com amigos alegres. 
Os pessimistas não são convenientes para você.
Teu melhor capital, a saúde.
Aproveite-a se é boa, não a desperdice; se não é, não a estrague mais. 
Diz aos que ama, que realmente os ama e faça isso em todas as oportunidades que tiver. 
E lembre sempre que a vida não se mede pelo número de vezes que você respira, mas pelos momentos que teu coração palpitou forte: de muito rir... de surpresa... de êxtase... de felicidade...