terça-feira, 31 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Eliane Rodrigues Alexandre do Carmo
Comecei a fazer o tratamento em 2004, de forma preventiva e com dietas, para evitar o tratamento de hemodiálise, mas em agosto de 2008, foi quando tive que dar inicio ao tratamento de hemodiálise, sentia na época enjôos, dor de cabeça, vômitos, fraqueza e sem ânimo, taxas alteradas, mas depois que comecei a dialisar me senti melhor da minha saúde, passou todo esses mal estar e as taxas normalizaram, e no mesmo ano engravidei e tive um lindo filho Pedro Henrique, atualmente vai fazer dois anos de idade, com uma gravidez tranqüila graças a Deus. Essa gravidez eu superei todos os meus limites, porque tive que conciliar o tratamento com a gestação.
Nasci na cidade de Catolé do Rocha – PB, minha infância foi boa, aos cinco anos de idade, vim morar em João Pessoa, juntamente com meus pais Otacílio Rodrigues do Santos e Severina Rodrigues Simões dos Santos, e mais cinco irmãos, na minha adolescência gostava de brincar de pular corda, barra bandeira, estatua etc, aos vinte dois anos de idade casei e tive uma filha Sandryelle Rodrigues, atualmente sou separada, trabalhei no comercio a mais de dez anos.
Hoje tenho 38 anos de idade, me sinto realizada, feliz, com meus filhos, aposentada e com o apoio da família que é o mais importante, tenho um desejo de ter minha casa própria, para deixar uma segurança para os filhos, sonho também em ser transplantada.
Agradeço primeiramente a Deus, por esta viva, a família, especialmente meus pais, que sempre estão do meu lado, filhos e irmãos, aos amigos, e aos profissionais que cuidam de mim até hoje.          

sábado, 28 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Sebastião Alves da Silva
Faz um ano e cinco meses que faço hemodiálise, não sentia nada, apenas sofri um desmaio, quando foi diagnosticado insuficiência renal, comecei a fazer o tratamento, e hoje me sinto muito bem de saúde.
Nasci na cidade de Ingá – PB, aos dois anos, fui morar em Juarez Távora, juntamente com meus pais Luis Inácio da Silva e Inêz Alves da Silva e meus seis irmãos, minha infância foi muito boa, brincava muito, de andar de cavalo, pescar, tomar banho rio e  de açude, gostava também de estudar, em 1993, casei com Francisca Oliveira Andrade Silva, na qual tivemos um filho Jhonatha Silva, hoje com dezessete anos de idade, e logo vim morar em João Pessoa, onde trabalhei durante quinze anos, foi quando descobri a insuficiência renal.
Hoje tenho 41 anos de idade, me sinto muito bem e feliz, desejo ver a minha terceira geração com lucidez, o sonho de todo pai de ver seu filho formado e feliz, e também que o mundo tenha mais paz e amor.
Agradeço a Deus, pelo fôlego de vida, porque não fosse Deus não estaríamos aqui, a família, especialmente minha mãe, irmãos, esposa e filho, aos amigos de fé, que tanto foram solidários, e os profissionais de saúde pela sua paciência de tratar bem os pacientes.         

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Leandra Ferreira Toscano
Faz mais de oito meses que faço o tratamento de hemodiálise, primeiro começou umas manchas na pele, depois de um mês comecei a perder peso, falta de apetite, inchaço nas pernas, fraqueza, dor de cabeça e mal estar, com o tratamento, me sinto bem melhor de saúde, melhorei todos os sintomas ruim que sentia, graças a Deus.
Nasci em João Pessoa, minha infância foi muito boa, meus pais Pedro Toscano e Lucia Toscano, tenho três irmãos Ligia, Leisle e Patrick, na minha adolescência adora brincar de baleado, dançar quadrilha junina, em 1994, com 18 anos, tive meu primeiro filho Hacknay Toscano, aos 24 anos, tive o segundo filho Gislaine Laryssa, sou casada a 14 anos com Gilvan Rocha, hoje me sinto muito feliz.
Tenho 34 anos de idade, me sinto realizada, porque tenho uma família maravilhosa, minha casa própria, tenho um desejo de acompanhar o crescimento e o futuro dos meus filhos, tenho um sonho de realizar meu casamento religioso.
Agradeço a Deus, por ter me concebido a vida novamente, a família, especialmente aos meus pais, irmãs, esposo, aos amigos da Fe, e todos os profissionais de saúde que cuidam de mim.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas

Luiz de Carvalho Lima

Comecei a fazer o tratamento de hemodiálise em Dezembro de 2010, estava muito inchado as pernas, dores lombares, fraqueza, falta de apetite, hipertensão, diabetes, taxas altas, mas depois que comecei o tratamento melhorei muito, as taxas normalizaram, as dores também desapareceram, estou bem melhor de saúde hoje.
Nasci em Manmanguape, minha infância foi ótima, brinquei bastante, brincava de andar de cavalo, de bicicleta, futebol, caçar, pescar, gostava de estudar também, aos 16 anos tive um problema neurológico, me impediu de terminar meus estudos, em 1967, vim morar em João Pessoa, juntamente com meus pais Benedito Luiz de Lima e Maria de Carvalho Lima, e meus sete irmãos, casei em 1972, com Lúcia de Fátima Feitosa Lima, na qual tivemos quatro filhos, Washington, Wilma, José Maria, Woden ( já falecido), tenho sete netos, trabalho na gráfica Santa Marta a trinta e cinco anos.
Hoje com 61 anos de idade, me sinto realizado, tenho uma família estruturada, todos os filhos me respeitam, consegui minha casa própria, meus filhos estão todos bem, cada um com seu cantinho para morar e seu trabalho, meu desejo é ter saúde, o meu sonho é ver minha família continuar bem.
Agradeço a Deus, por esta vivo, o apoio da minha família, o carinho, especialmente a minha querida esposa, filhos e netos, irmãos, ao apoio dos amigos, Antônio Martins e Sr. Enedino, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Antônio Ferreira da Silva ( Marcelino )

Faz um mês que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo da diabetes, também muita tosse, dor no tórax, inchaço nas pernas, taxas altas, daí foi quando veio o diagnostico de insuficiência renal, depois que estou fazendo o tratamento estou me sentindo bem melhor da minha saúde, normalizou as taxas, a hipertensão, passou a tosse e a dor no tórax, desinchou as pernas, hoje tenho mais disposição para enfrentar o dia – a - dia.
Nasci na cidade da Baia da Traição – PB, minha infância foi boa, parte dela foi na Aldeia São Miguel, tomava muito banho de rio Sinimbú, pescava, caçava, cuidava dos animais da minha avó, e ajudava no roçado, meus pais Miguel Ferreira da Silva e Esmeralda Nazário da Silva, tenho uma irmã Antônia Ferreira, como desendente dos índios potiguar da Baia da Traição, me orgulha muito, por pertencer dessa etnia, e por lutar por eles, por dias melhores, em 1973, casei com Lindinalva Ferreira da Silva ( Pempa), na qual tivemos três filhos, Hitler Ferreira, Tahiguara Ferreira, Imajara Ferreira, e tenho mais dois filhos adotivos, José Pedro e Hadassa Ferreira, tenho também seis netos, atualmente sou o Cacique da Aldeia Akajutibiró .
Hoje tenho 58 anos de idade, me sinto realizado, por ter minha casa própria, meus filhos bem criados, também ajudando os netos, tenho um desejo de ajudar o próximo, principalmente as crianças indígenas, acolher eles evitando que eles não sigam o caminho das drogas, do álcool, da violência e prostituição. Sonho ter um lugar pra mim viver bem tranqüilo na minha velhice.
Agradeço a Deus, Jesus Cristo, por ele ter me dado uma família, uma esposa companheira, meus filhos, por não ter deixado faltado o pão de cada dia, aos meus pais, que me deram oportunidade de vida, aos amigos, que tem partilhado nos momentos difíceis e de alegria comigo, e os profissionais de saúde que cuidam de mim.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Mesma situação, formas de encarar diferentes

Era uma, vez uma indústria de calçados no Brasil, que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes da Índia para fazer as primeiras observações do potencial daquele mercado. Depois de alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria: "senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos ainda."

Sem saber deste fax, alguns dias depois, o segundo consultor mandou o seu: "senhores, tripliquem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos ainda."

Moral da história: a mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase: "as pessoas tristes acham que o vento geme; as alegres, acham que ele canta."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como encaramos a vida faz toda a diferença.

ASSOCIAÇÃO DE RENAIS CRÔNICOS TRANSPLANTADOS E DOADORES-PB

Santa Rita, 07 de maio de 2011

Aos renais crônicos
Aos transplantados diversos
Acabamos de sair de mais uma fase da luta por medicamentos. Outra conquista. Um fruto da combatividade das entidades e pessoas envolvidas. Para assegurar a perenidade deste e a efetivação de outros direitos, está em encaminhamento a solicitação de uma AUDIÊNCIA COM O Dr. RICARDO COUTINHO, GOVERNADOR DA PARAÍBA.
Para que essa audiência tenha sucesso, precisamos continuar unidos, elaborar um documento, formar a equipe de correção, definir os destinatários, decidir a data da entrega do DOC, assim como constituir a comissão das entidades e dos transplantados sem associação. Outra: é importante pensar em alternativa, se o governador não aceitar a nossa solicitação de audiência.
Propus uma reunião para a semana passada. Encarreguei-me de conseguir local e assessoria. Enviei e-mail de confirmação e cópia do DOC proposta. Comparecemos os dois assessores e eu. O DOC foi lido pelos assessores, os quais fizeram crítica positiva ao mesmo; apresentei-lhes os meus questionamentos sobre o DOC, e os assessores me ajudaram a refletir; por fim, trocamos idéias sobre o encaminhamento.
Por tudo isso é que renovo o convite. A reunião será realiza da quinta-feira doze de maio, das nove às onze horas da manhã. Local: Rua Duque de Caxias – 80, no Centro de João Pessoa. A casa se situa no último quarteirão da rua, o mais próximo da Igreja de São Francisco.
Acredito na participação de vocês em mais um passo na luta pelo respeito aos nossos direitos, pois “a dor de um é a dor de todos”, “quem sabe faz a hora, não espera acontecer” e a vitória é resultado da união, organização e ação transformadora.
Os meus agradecimentos antecipados.
N.B. Por favor, informem a outras pessoas sobre essa reunião. Obrigado.
Antonio Heliton de Santana
Presidente

ASSOCIAÇÃO SDE RENAIS CRÔNICOS TRANSPLANTADOS E DOADORES-PB

Santa Rita, 09 de maio de 2011

INFORMES



1.. Quem deseja fazer transplante em Campina Grande,

a) deve manter contato com o ISAS/Hospital Antonio Targino, fone 2102 0122, para marcar consulta com Dr. Rafael Maciel;

b) em seguida, solicitar, da (o) médica (o) que a (a) acompanha, a sua transferência. A ou o seu médico acompanhante fará isso rapidinho, pois você tem a liberdade de fazer hemodiálise ou transplante, ou ambos, onde quiser. É direito da (o) paciente.

2. O Projeto de Lei Passe Livre Municipal já foi apresentado em sessão da Câmara Municipal. O processo está acontecendo como determina a Lei. Em relação ao Projeto de Lei Passe Livre Estadual, mais um deputado apresentou o seu PL apenas para os renais crônicos, e o outro deputado, só para os portadores HIV/AIDS. Por cima, o último deputado federal, apresenta no seu PL de Passe Livre Interestadual. Aguarde convite para a sessão especial.

Precisamos refletir sobre atuação dos “aliados, tanto na luta pela conquista dos imunossupressores como dos PL pró passes livres. Será mais uma oportunidade de desenvolvimento da nossa consciência crítica. “Mansos como as pombos e vivos como as cobras.” Poderemos marcar uma reunião manhã 12/05/2011. Informação complementar no item seguinte..

4. Se você conhece pessoas que façam uso de Asuflin e Myfortic 306mg, mantenha contato telefônico comigo (3229 1939/9914 1350) ou vá à reunião de amanhã 12/05/2011, às 9h, à Rua Duque de Caxias – 80, Centro – João Pessoa.

5. Doente Crônico ou Transplantado tem direito a receber 25% a mais para ajuda de custo de acompanhante. Tem esse direito quem é aposentado por invalidez e a sua aposentadoria é resultado do seu trabalho,caso o beneficiário não possa cuidar de si (dificuldade de caminhar/cadeirante, acamado...) Portanto, não tem esse direito quem recebe “benefício” ou pensão.

Para conseguir 25% a mais na aposentadoria, a pessoa ou o seu procurador vai ao INSS. Lá conta a história da necessidade de acompanhamento constante ao paciente. Então, recebe um formulário bem simples (nome, RG, endereço...). O formulário pode ser preenchido em casa. Depois devolvê-lo ao INSS. Aí se marca a data da perícia. No dia da perícia, levar: o paciente, os exames (dos mais antigos aos mais novos) que justificam a sua condição de saúde, caixas dos medicamentos... Uma ou duas semanas, tem-se o resultado. Converse com a assistente social da clínica ou ambulatório.



Antonio Heliton de Santana

Presidente

terça-feira, 17 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Maria Felinto da Silva Abreu

Comecei a fazer o tratamento de hemodiálise em 2010, sentia muita dor nas costas, fraqueza nas pernas, não tinha vontade de comer nada, um pouco de tontura, me sentia fraca, depois que comecei a fazer o tratamento, melhorei bastante a minha saúde, voltei a comer melhor, a fazer as atividades, como costurar, bordar, tricotar e fazer crochê, todo os sábados faço compras e vou a feira, voltei a minha vida normal de Dona de casa.
Nasci na fazenda cipoal, município da cidade de Mulungu - PB, minha infância foi com muitas dificuldades, sempre tive que ajudar em casa, meus pais Manoel Felinto da Silva e Maria Josefa da Conceição, tive dezessete irmãos, atualmente estão vivos sete, em 1963, com vinte oito anos de idade, fui trabalhar no Rio de Janeiro, no qual passei trinta anos, em 2003, voltei a minha cidade natal Mulungu, onde moro até hoje.
Hoje tenho 66 anos de idade, me sinto bem, realizada, por tudo que consegui, tenho minha aposentadoria, minha casa própria, tenho um desejo de ficar boa, estou muito satisfeita com que Deus me deu.
Agradeço a Deus, porque foi ele quem me deu forças pra trabalhar, e conquistar as coisas que tenho hoje, a família, especialmente as minhas queridas irmãs e os sobrinho(a)s, a Dona Vilma Carmem Pereira Lima, minha patroa, aos amigos, e os profissionais de saúde que cuidam de mim.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Nilma Ramalho de Morais

Iniciei o meu tratamento em 2005, sentia pressão alta e perda de peso, e quando descobri que estava doente eu mi senti como se o mundo fosse se acabar, minha vida também, com o passar do tempo vi que as pessoas faziam o tratamento e a vida deles não tinha acabado, fui observando esses exemplos, apartir daí, eu vi que eu poderia sair iguais a eles, e tenho superado até hoje.
Nasci aqui em João Pessoa e ainda criança fui morar na cidade de Cruz de Espírito Santo - PB, juntamente com 11 irmãos, meus pais Nezomar Ramalho e Maria do Carmo, na família já teve outros casos renais, como meu pai e meu irmão Nelzomar, hoje já transplantado.
Hoje tenho 39 anos, minha infância boa, adorava brincar no sitio Campus Sementes e Mudas, no município de Cruz de Espírito Santo, passeava bastante, tomava muito banho de rio, participava das atividades culturais da escola, gincanas, quadrilhas Juninas, aos 16 anos comecei a trabalhar numa escola como auxiliar de professora, em 1998, casei com Gilmar Vieira, na qual tivemos um lindo filho, Rhuan Pedro.
Agradeço a Deus, porque ele me fortalece e me ajuda a superar todos os desafios e dificuldades da minha vida, a meu esposo e meu filho, e toda minha família, aos amigos e aos profissionais de saúde que cuidam de mim até hoje.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Eliane Ribeiro de Araujo Soares

Começei a fazer hemodiálise dia 10 de abril de 2011, minha doença de base foi Diabetes e Hipertensão Arterial. O inicio foi difícil, porque eu pensava que era “um bicho de 7 cabeças”, mas não é, a gente vê a maquina tão grande e pensa que vai acontecer alguma coisa diferente, mas na verdade não é nada demais.
Nasci em Santa Rita, tive 10 irmãos, mas 3 são já falecidos, Estes são Edmilson R. de Araujo, Ednaldo R. Araujo e Edilma Cristina R. Araujo. Os que estão vivos são: Ednalva, Edlene, Edvania, Ednilda, Eleonora, Elisangela e José Edson. Meus pais são: Aliete já falecida e José Severino.
A minha infância, eu passei mais dentro de casa, ajudando minha mãe a criar meus irmãos e tomar conta da casa.
Conheci meu atual marido quando tinha 14 anos. Francisco de Assis Soares dos Santos, e estamos há 30 anos casados e muito feliz. Minha vida de casada é muito boa, vim viver só depois de casada, não viajo porque não gosto, mas se gostasse vivia viajando. Tivemos 2 lindos filhos: Elziane Cristina de A. Soares com 27 anos e Carlos Alberto de A. Soares com 29 anos. Já sou avó de um menino com 7 anos Erick Mauricio S. Almeida.
Agradeço primeiramente a Deus e depois a todos da minha família e aos profissionais de saúde que com muito carinho cuidam de mim.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Geraldo Alves Marques

Faz mais de sete meses que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo que meu corpo estava inchado, mal estar e Diabetes a mais de vinte anos, depois do tratamento comecei a sentir bem melhor, com disposição na parte física, hoje me considero mais fortalecido, no inicio foi difícil ascender o tratamento, mas com o tempo veio as melhoras esperadas.
Nasci em Alagoinha, mas fui registrado na cidade de Guarabira-PB, minha infância foi ótima, juntamente com onze irmãos, meus pais Antônio Marques e Sebastiana Alves, em 1959, fui estudar em Bananeiras, em 1960, imigrei para o Rio de Janeiro, onde em 1963, incorporei no Exercito, onde fiquei ate 1969, onde fui transferido para o Amazonas, no Território de Rondônia, nessa época contrai varias malária, que me troce uma debilitação a minha saúde, fiz carreira, fui promovido na década de 1982, por mérito e antigüidade, em 1962, casei com Heloísa Gomes Marques, na qual tivemos dois filhos Renato Genival e Lolita Gomes, tenho sete netos e dois bisnetos.
Hoje estou com 67 anos, me sinto espiritualmente tranquilo, e pessoalmente realizado.
Agradeço a Deus, por esta me dando a minha saúde, a toda a minha família, especialmente minha esposa e filhos, ao Exercito por ter me dado muita dignidade, e os profissionais de saúde que cuidam de mim.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Roseneide Maria Santos

Em 1993, fiz o transplante, a doadora foi minha irmã Rosa Maria, passei quatorze anos bem de saúde, depois comecei ter problemas de insuficiência renal novamente, por conta disso, comecei a fazer o tratamento CAPD, a mais ou menos três anos, melhorei bastante graças a Deus, me sinto uma vencedora, depois de ter superados todas as dificuldades.
Nasci em João Pessoa, minha infância foi muito boa, meus pais Augusto Tavares e Leonia Maria Santos, juntamente com sete irmãs, gostava de brincar, tenho saudades dessa época, do tempo que se brincava em casa, depois do transplante, em 1995, tive um filho Augusto Victor, trabalhei como vendedora em vários estabelecimentos, em 2007, eu cursava a faculdade de Pedagogia, por motivo do tratamento tranquei, em 2010, recomecei novamente a cursar Pedagogia, por gostar muito do curso.
Hoje tenho 39 anos de idade, me considero satisfeita, por tudo que consegui, tenho um desejo de ter minha saúde de volta, trabalhar, de ter minha casa e ser independente, meu sonho é de ajudar ao próximo.
Agradeço a Deus, por que é ele que me dá forças para superar todas as dificuldades, a família, especialmente meus pais, as minhas irmãs, aos amigos de fé, e aos profissionais de saúde que até hoje cuidam de mim.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Maria da Penha Gomes Borba

Faz um ano que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo das pernas inchadas, fraqueza, mal estar, dores nas costas, pés dormentes, mas depois que comecei a fazer o tratamento, comecei a comer melhor, por sentia fastio, não tomava água, comecei a tomar mais um pouquinho, estou bem melhor, graças a Deus.
Nasci na cidade de Santa Rita – PB, minha infância foi difícil, meus pais Otavio Cicero Gomes e Maria de Lourdes da Silva Gomes, tive seis irmãos, aos 15 anos fui trabalhar numa fabrica perto de casa, casei em 1968, com Olívio Silvino Borba, na qual tivemos três filhos e um adotivo, e seis netos, em 1984, passei no concurso do antigo INAMPS, hoje Ministério da Saúde, em 1985, fiz o curso de técnico em Enfermagem, trabalhei por vinte e cinco anos.
Hoje tenho 61 anos de idade, me sinto realizada, por ter minha aposentadoria e minha casa própria, tenho um grande desejo, de ver os meus netos crescerem com saúde, tenho um sonho de chegar a ver minha Tia Madrinha a Freira Irmã Cristina de Jesus, do Convento de Cajazeiras, e também de ser transplantada.
Agradeço a Deus, porque ele tem cuidado de mim até hoje, a minha família, especialmente meus pais, esposo e filhos, aos amigos de fé, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim até hoje.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Maria da Luz da Silva Cabral

Faz nove anos que fui transplantada, no 20 de Maio de 2002, o meu doador foi meu irmão Severino da Silva Cabral, antes não podia andar sozinha, não tinha forças nas pernas, sentia muito mal estar, hoje me sinto muito bem de saúde, vivo mais liberto, sem preocupação de cumprir o tratamento de hemodiálise, superei muitas dificuldades até conseguir ser transplantada.
Nasci em João Pessoa, minha infância foi com dificuldades, meus pais João Francisco Cabral e Margarida da Silva Cabral, tive mais oito irmãos, na minha adolescência foi quando teve o inicio da insuficiência renal, em 1990, casei com Manoel Messias, na qual tive duas gravidez, uma com quatro meses e a outra com seis meses, não tive êxito, por conta da insuficiência renal.
Hoje estou com 40 anos de idade, me sinto realizada, por ter feito o transplante, tenho um desejo de ter um filho ou adotar, sonho em viajar, passear, conhecer outros lugares.
Agradeço a Deus, por ter me dado mais uma chance de vida, aos familiares, principalmente meu esposo, meu irmão doador, na qual não seria realizado o meu sonho, meus pais, os amigos e vizinhos, e os profissionais da área de saúde que sempre cuidam de mim.

sábado, 14 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Silvana Braga Marinho

Fiz o tratamento de CAPD durante sete anos e na hemodiálise faz dois anos, ao todo fazem nove anos, o motivo, eu tinha pressão alta, inchaço e mal estar, no inicio não aceitei o tratamento, por conta que na minha família teve histórico de doença renal, a minha irmã e minha avó, ambos já falecidos, tinha medo e muito receio de fazer o tratamento, mas depois que comecei fazer o tratamento, as taxas começaram a melhorar, e a minha vida melhorou muito, superei muitas dificuldades na vida, mas graças a Deus, sou uma vitoriosa, nasci de novo.
Nasci em João Pessoa, tive traumas na minha infância e adolescência, com problemas familiares, mas consegui superar, na minha adolescência gostava de estudar, e tinha um sonho de me formar em Direito, gostava também de brincar de baleado, pular corda etc. meus pais Manoel Marinho Batista e Maria do Socorro Braga Marinho, minha mãe teve seis filhos, em 1994, casei com Paulo Ricardo do Nascimento, no qual tivemos dois filhos, Susanna Kelly e Paulo Ricardo Jr, hoje sou divorciada.
Hoje tenho 38 anos de idade, me sinto muito feliz por ser mãe de dois tesouros, que Deus me concedeu, que são meus filhos. Tenho um desejo de terminar meus estudos e cursar uma faculdade, e um sonho de me forma para missionária de Jesus.
Agradeço a Deus, por tudo de bom e de ruim, com muita fé consegui superar todos os obstáculos na minha vida, foi para mim como um aprendizado, porque sem Deus eu não nada, mas com ele eu sou mais que vencedora em Cristo Jesus, e aos meus familiares, especialmente meus pais, irmãos e tias, aos meus amigos, aos profissionais de saúde que cuidam de mim, sou muito grata a todos.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Antônio Heliton de Santana

Faz quatro anos que fui transplantado, no dia 15 de Março de 2007, doador por morte cerebral. Antes do transplante, a vida se limitava, ao tratamento, a dieta rigorosa, tempo exclusivo para hemodiálise, com a condição de vida debilitada, depois do transplante é como se fosse um renascimento: nova condição de vida, tempo mais livre, dieta mais aberta, e inserção social, isto é volta a dinâmica da vida.
Nasci na cidade de Santa Rita – PB, minha infância foi boa, juntamente com oito irmãos, meus pais Severino Joaquim de Santana e Maria da Penha Santana, gostava muito de brincar, e de participar das manifestações artísticas populares como: teatro, cinema, quadrilhas Juninas, blocos carnavalescos etc, em 1972, fui aprovado no vestibular da UFPB, Enfermagem com especialização em penitenciarismo, em 1980, casei com Marta Lúcia Santana, na qual tivemos três filhos, Aruandê, Andila Nahusi e Caiala Nahahy.
Hoje estou com 60 anos de idade, me sinto realizado, muito feliz, com bastantes atividades artísticas e políticas, adoro escrever cordéis, poesias contemporâneas e peças teatrais, tenho um desejo que a ciência encontre resposta para doenças hereditárias, meu sonho é morar no campo mas próximo da cidade.
Agradeço a Deus, por esta com saúde, minha família, especialmente minha esposa e filhos, aos amigos que sempre colaboraram comigo, e aos profissionais de saúde que cuidaram de mim e que ainda hoje cuidam.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


João Soares de Oliveira

Faz seis meses que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo da diabetes, mas durante dez anos vinha fazendo o tratamento com a dieta rigorosa, não aceitava o tratamento no inicio, nem minha esposa também, depois de uma entrevista eu resolvi fazer a hemodiálise, me convenci a aderir ao tratamento, superei muitas dificuldades, inclusive a recaída, mas graças a Deus estou bem melhor.
Nasci na Cidade de Conceição –PB, minha infância foi toda em Conceição, trabalhando no sitio, e estudava bastante, meus pais Severino Soares Gadelha e Inácia Higino de Oliveira, ao todo somos seis irmãos, quando terminei o Ensino Fundamental vim para João Pessoa, fazer o Ensino Médio, mas não cheguei a concluir, pois tive que terminar na Cidade de Sousa, casei em 1979, com Francisca Belo Gadelha de Oliveira, na qual tivemos dois filhos João Bruno Gadelha e Geane Gadelha, e tenho dois netos João Vitor e Miguel.
Hoje tenho 55 anos de idade, me sinto realizado, mesmo com todas as dificuldades que tive me sinto feliz, tenho um desejo que restabeleça minha saúde, para acompanhar o crescimento dos netos e da minha família, e tenho um sonho de poder fazer o transplante.
Agradeço a Deus, pela vida que ele me deu, a minha família, especialmente a esposa e os filhos, e os profissionais de saúde que cuidam de mim até hoje.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Ivone Monteiro Dutra

Faz cinco anos e três meses que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo de obesidade, pressão alta, diabetes II, só não aceitei o tratamento durante vinte quatro horas, melhor do que ficar vinte e quatro anos sofrendo, pois o paciente renal crônico que não aceita a doença, vive pouco, entra em depressão e o que aceita o tratamento vive muito mais, pois a realidade da vida é lutar para viver melhor, superei muitas dificuldade e sinto uma vencedora.
Nasci em João Pessoa, minha infância não foi boa, por isso que eu construi um alicerce para outras fases da minha vida, eu aprendi na adolescência a realidade do meu futuro e hoje sou capaz de aceitar as mudanças com facilidade sem me prejudicar o meu emocional, meus pais adotivos Pedro Martiniano da Silva e Maria do Carmo Dutra e Silva (tia e mãe), e meu pais biológicos foram José Dutra do Nascimento Filho e Josefa Monteiro Dutra ( já falecido), em 1982, cursei na UFPB o curso de Lic. Plena e Arte e Educação, por vinte e seis anos trabalhei na SAELP hoje ENERGISA, no departamento do Call Center, e desenvolvi meu trabalho funcional com méritos, com participação muito intensa.
Hoje tenho 53 anos de idade, me considero realizada, sou muito feliz, por tudo que eu conquistei, sou independente, me identifico com musica e artes, sendo o meu hobby predileto, tenho um desejo de criar muitos animais na minha casa, mas não posso, devido o meu tratamento, sonho em viajar para Paris, não tenho pretensão de fazer o transplante, por conseqüências de outras doenças.
Agradeço a Deus, por ser católica e por ter fé, a todos da minha família, especialmente a Grislene ( Gris ), a minha irmã Dilma e a todos minhas amiga(o)s, que sempre tiveram do meu lado me dando carinho e sendo companheiros, e todos os profissionais da saúde que gentilmente cuidam de mim.

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Ivaldeque Machado de Oliveira

Faz mais de cinco meses que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo de pressão alta, cansaço, estava muito inchado, e problemas cardíacos, no começo não queria aceitar, mas hoje estou vivendo por causa da hemodiálise, hoje me sinto bem melhor, antes não andava, passei quatro meses numa cadeira de roda, mas hoje eu ando muito bem, graça a Deus.
Nasci no sitio camará, município de Lagoa Nova – PB, juntamente com dezesseis irmãos, meus pais Pedro Machado de oliveira e Severina Andrade de oliveira, minha infância foi muito boa, gostava muito de futebol, tomava muito banho rio e de açude, também gostava de estuda, aos quinze anos, fui morar em Campina Grande, onde fiz o ensino fundamental e ensino médio, fiz também o curso de Admistração de Empresa, mas não cheguei a concluir, por motivo de trabalho, e também tinha que ajudar minha família, meu pai na época tinha falecido, no meu trabalho sempre era transferido, trabalhei vinte e oito anos no Banco do Bradesco, passei trinta anos casado com Salonea Lopes de Oliveira, hoje sou separado, tivemos três filhos, Thopsn Lopes de Oliveira, Madson, Relba Alessandra, e tenho uma neta Camila.
Hoje tenho 69 anos, me sinto realizado, apesar de viver só, mas me sinto feliz, por tudo que Deus me deu, gostaria muito de ter saúde para poder ver minha neta crescer.
Agradeço a Deus, por esta vivo, a toda a minha família, a meus filhos, aos amigos do meu trabalho, e aos profissionais da área de saúde que cuidam de mim.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Compartilhando Minha História - Série de Entrevistas


Geraldo Luiz Soares de Melo

Faz um mês que faço o tratamento de hemodiálise, por motivos de pressão alta e diabetes, daí afetou o rim, no inicio foi difícil, manter a dieta, principalmente carnes, antes de começar o tratamento, fiquei praticamente um ano e dois meses, só a base legumes, arroz etc, depois aceitei o tratamento, daí tudo melhorou, se eu soubesse, a a mais tempo, já teria aderido logo o tratamento de hemodiálise, porque estou bem melhor, estou comendo melhor, dormindo melhor, melhorou todo o meu padrão de vida.
Nasci na usina Santa Helena Município de Sapé, minha infância foi boa, meus pais João Gomes de Melo e Alzira Soares de Melo, juntamente com dez irmãos, superamos muitas dificuldades, tenho boas recordações desse tempo, e minha brincadeira favorita era Vôlei e futebol, mas também gostava de estudar, aos 19 anos, em 1971, vim pra João Pessoa para cursar na Escola Técnica Federal, o curso de estradas, me especializei em topografia, onde exerço até hoje. Em 1983, casei com Lucia Maria Bandeira da Silva, filha natural de Sapé.
Hoje tenho 58 anos, me sinto bem, tudo que Deus manda é bom, e tudo que Deus mandar pra mim vou aceitar, não sonha com o transplante, mas se aparecer, vou aceitar.
Agradeço a Deus, pela vontade dele, que continuo vivendo, a minha família, especialmente a minha esposa, amigos e parentes, e os profissionais de saúde que cuidam de mim.

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Marcilio Fabião de Araújo

Faço o tratamento de hemodiálise a quase dois anos, por motivo de pressão alta e diabetes, demorei a aceitar o tratamento, mas depois resolvi encarar com muita dedicação, superei varias recaídas, o tratamento me proporcionou uma melhora de vida, pois estava sofrendo muito, mas graças a Deus melhorei bastante.
Nasci na cidade de João Pessoa, minha infância foi boa, mas também tive dificuldades, meu pais Fabião de Araujo Luna e Antônia Ferreira de Araujo, tive três irmãs, nessa época, gosta muito de futebol, cheguei a jogar no Time: 5 de Agosto ( bairro Varadouro) e Santos ( bairro Jaguaribe), em 1964, fiz o curso Técnico de Mecânica Geral, na Escola Industrial ( CEFET), casei em 1968, com Esmeraldina Fabião de Araujo, na qual tivemos três filhos, Sandra Helena, Márcio, Mercedes Fabião, e tenho quatro netos, Camila, Mariana, Heloisa e Matheus.
Hoje tenho 64 anos, me sinto bem, bastante feliz, tenho um desejo, de ter saúdes para acompanhar o crescimentos dos netos, que são os meus xodó, não gostaria de ser transplantado, mas se vier a oportunidade, posso aceitar.
Agradeço a Deus, porque tenho muita fé, e ele me conforta, a família, especialmente meus pais, irmãs, minha esposa e filhos, alguns amigos de infância que até hoje me acompanham, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim.

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Roussel Imperiano da Silva

Faz mais de quatro anos que faço o tratamento de hemodiálise, por motivo de pressão alta e diabetes, juntamente com o estresse, no inicio não aceitava o tratamento, tinha medo, porque ouvia as conversas que pouca gente sobrevivia, mas quando se aceita o tratamento correto, vê que a realidades é totalmente diferente, e que você pode conciliar com seu modo de vida, busquei novas alternativas a vida rotineira, superei muitas dificuldades, graças a Deus.
Nasci na cidade de Solânea, minha infância foi ótima, meus pais Cicero Imperiano da Silva e Ângela Imperiano da Conceição, fui criado juntamente com sete irmãos, gostava de estuda, tendo como esporte predileto o futebol, chegando jogar no time principal da cidade, Time Vila Branca, cursei Linc. Em Geografia e História, com especialização em Biologia e Matemática, conclui uma parte na Universidade Bananeiras, Guarabira e João Pessoa, faz mais de trinta anos, que casei e tive dois filhos, ítalo e Ismênia Kathery, e outros filhos, tenho um neto.
Hoje aos 51 anos, me sinto realizado, porque consegui domesticar a minha vida, escrevo meus poemas, contos e romances, tenho um desejo, o de ficar bom, ter saúde e da a volta por cima, sonho de ajudar o próximo, porque já sofri muito, mas graças a Deus, estou muito bem, mesmo fazendo o tratamento.
Agradeço primeiramente a Deus, por esta vivo, minha família, especialmente meus pais, irmãos, minha companheira Maria da Salete Maroja, amigos do trabalho e aos amigos comuns, aos profissionais de saúde que gentilmente cuidam de mim.

sábado, 7 de maio de 2011

Obrigado Senhor !

Obrigado , Senhor , pela mãe que você me deu ...
... por todas as Mães do mundo
... pelas mães brancas , de pele alvinha ...
... pelas pardas , morenas ou bem pretinhas ...
... pelas ricas e pelas pobrezinhas ...
... pelas mães - titias , pelas mães -vovós , pelas madrastas -mães ,
... pelas professoras - mães ...
... pela mãe que embala ao colo o filho que não é seu ...
... pela saudade querida da mãe que já partiu ...
... pelo amor latente em todas as mulheres , que
desperta ao sentir desabrochar em si uma nova vida ...
... pelo amor , maravilhoso amor que une mães e filhos ...
Eu lhe agradeço , Senhor !

Autor desconhecido

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Lucrécia de Lima Pessoa

Durante mais de dois anos fiz CAPD, atualmente faço o tratamento de hemodiálise, pouco mais de um ano, eu tinha pressão alta e diabetes, mas com o tratamento a pressão baixou como também a diabetes, me sinto melhor, logo no começo foi difícil, me adaptar ao tratamento, mas tenho tido sucesso, superei muitas coisas, tenho só dificuldade no controle do líquido, mas confio muito em Deus e ele tem me ajudado.
Nasci em Jacaraú – PB, minha infância foi ótima, juntamente com seis irmãos, meus pais Pedro Aureliano Pessoa e Maria José de Lima Pessoa. Gostava muito de estudar e de brincar, tinha muitas amizades, era tempo bom, sinto saudades dessa época, em 1962, casei com Expedito dos Anjos Pessoa, na qual tivemos três filhos, Maria Elisabete, Maria Elaine e Levi de Lima, e hoje tenho uma neta, Isabely, nessa época fui morar no Rio de Janeiro, em 1965, meu esposo veio transferido para João Pessoa, onde moro até hoje.
Tenho 68 anos de idade, e tenho desejo de viver muito mais, o que mais gosto é de ler a palavra de Deus, não tenho religião, mas a bíblia como regra de fé. Tenho um sonho ainda de viver muito feliz e com saúde, para poder ter essa alegria de ver minha neta se formar.
Agradeço a Deus, por ter me concedido essa graça de estar aqui até hoje, a minha família que muito me ama e cuida de mim, aos amigos da fé que oram muito por mim, aos profissionais de saúde que cuidam de mim.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

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Josemar do Nascimento Silva

Comecei fazer o tratamento em fevereiro de 2009, por motivo das taxas de diabetes alta, pressão alta também, mas aceitei o tratamento de hemodiálise, consegui superar muitas dificuldades, sinto dificuldade em fazer a dieta e principalmente controlar o liquido.
Nasci na cidade de João Pessoa, minha infância foi maravilhosa, meus pais Lucas França da Silva e Ilda do Nascimento silva, juntamente com meus cinco irmãos, Josilda, Iremar, Ivanildo, Valberto e Josilene, eu gostava de futebol e participava de todos os torneios que tinha naquela época, chegando a jogar no Alto Esporte, como amador, em 1979, fiz Lic. Em geografia e depois Admistração de Empresa, em 1980, casei com Maria José do Nascimento Silva, na qual tivemos um filho, José Eduardo do Nascimento Silva.
Hoje tenho 53 anos, me sinto satisfeito e realizado, trabalhei durante 30 anos no Tribunal de Contas do Estado, estou de licença para tratamento de saúde, tenho um sonho, de ver um dia o nascimento do meu neto.
Agradeço a Deus primeiramente, por tudo que conquistei, a minha família, especialmente aos meus pais, agradeço ainda a minha esposa que até hoje esta ao meu lado, dividindo os bons e os maus momentos, aos profissionais de saúde que me acompanham.

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ORLANDO GOME DE LIMA
Comecei fazer o tratamento de hemodiálise no dia 05 de Janeiro de 2011, por motivo de pressão alta e diabetes, quando fui comunicado sobre a minha insuficiência renal, eu aceitei normalmente, sigo a dieta rigorosamente, juntamente com o tratamento, pra mim é coisa da vida, superei com tranqüilidade, não reclamo por ser insuficiente renal.
Nasci no Rio de Janeiro, minha infância foi boa, meus pais José Dias de Lima e Maria Nazareth Gomes de Lima ( falecida), com mais dois irmãos, Antônio Dias de Lima e Rosa Inês Gomes de Lima, em Abril de 1972, vim residir em Campina Grande – PB, em 1988, casei com Maria da Gloria Pessoa de Almeida Lima, na qual tivemos, duas filhas, Rebecca Pessoa de Almeida Lima e Jessica Pessoa de Almeida Lima, fiz Engenharia Elétrica, Admistração de Empresa, Lic. Em História e especialização em finanças e recursos humanos, trabalhei mais de 27 anos do Banco do Brasil.
Hoje tenho 49 anos de idade, estou aposentado a um ano, e resido em João Pessoa, me sinto bem, ativo, desejo ajudar ao próximo, nunca pensei no transplante, mas se vier tudo bem, sem preocupação nenhuma, a única preocupação é educar minha filhas.
Agradeço a Deus, por tudo que já consegui na vida, e minha família por ter me auxiliado, aos amigos e aos profissionais de saúde que me ajudam no dia- a- dia.

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Orlando Alves Feitosa
Faz mais de três anos que faço o tratamento de hemodiálise, graças a esse tratamento me sinto melhor, melhorei o peso, faço seis dias na semana, porque antes sofria mais, por conta do deslocamento da minha cidade de Itabaiana- PB para João Pessoa, aceitei todo o tratamento, mas tive dificuldades de me adaptar.
Nasci no sitio Maracaipe município de Itabaiana – PB, meus pais José Alves Feitosa e Alzira Soares Peixoto ( falecidos), minha infância foi muito difícil, com 19 anos, em 1971 casei com Marilene Feitosa (falecida), tivemos uma filha chamada Maria Aparecida da Silva, com o falecimento da minha esposa, tive o segundo casamento em 1977, com Cleonice da Silva Feitosa, na qual tivemos dois filhos, Fabio JR da Silva e Marcio José da Silva Feitosa, com o falecimento da minha segunda esposa, casei novamente em 1983 com Maria das Graças de Sousa Feitosa, onde vivo até hoje.
Hoje com 60 anos de idade, me sinto tranqüilo e realizado, trabalhei 30 anos na FUNASA ( antiga SUCAM ), tenho um desejo de ser transplantado, mas não quero, por motivos de outras doenças que tenho.
Agradeço a Deus, depois a minha família, especialmente minha esposa Graça, aos amigos que rezaram por mim nos momentos difíceis, e aos profissionais de saúde que cuidam de mim.

terça-feira, 3 de maio de 2011

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Ana Karla Morais de Oliveira França

Em 2004, tive um diagnostico de Lúpus Eritimatoso Sistêmico, já em 2006, comecei fazer o tratamento de hemodiálise, mas foi pouco tempo, dois meses, no começo sentia apenas dores no rim, depois as dores passaram e eu comecei a inchar, não me senti abatida, pra mim era como se fosse um tratamento normal, com o tempo algumas complicações de crises agudas, e o rins pararam, a mudança nos hábitos alimentares foi terrível, no começo não aceitou a idéia de ficar presa numa maquina, mas logo depois superei, fiquei 5 anos sem fazer o tratamento de hemodiálise, só na dieta e tratamento oral.
Nasci na cidade de Santa Rita – PB, minha infância foi muito boa, me recordo dos passeios culturais da escola, meus pais Francisco de Oliveira e Francisca Neuza, que me deram todo o conforto que uma filha única pode ter eu tive.
Hoje aos 27 anos de idade, sou formada em Admistração de Empresa, Analise de Sistemas e pós-graduada em Gestão Empresarial e de Pessoas, me sinto realizada, feliz, em 2007, casei com Carlos Antônio de França, maior sonho que tenho é de ser mãe.
Agradeço primeiramente a Deus, pelo dom da vida, a família, especialmente a meus pais e meu esposo, meus irmãos Rogerio e Tânia França, que estão comigo a cada batalha, a todos aqueles que oraram e oram pela minha saúde, a Paróquia Sagrado Coração de Jesus, e todos os profissionais de saúde, que carinhosamente cuidaram de mim e que ainda cuidam.

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Afranio Batista Alves
Comecei fazer o tratamento CAPD em Março de 2001, durante dois anos e sete meses, por motivo de pressão alta, na época fiquei um pouco triste, mas depois resolvi encarar, e que não era uma coisa do outro mundo, em Agosto de 2003, consegui fazer o transplante com sucesso, foi minha irmã Lenalda Alves que foi a doadora, com gesto de amor, superei as dificuldades da doença, e consegui construir uma família.
Nasci na cidade de Sousa, juntamente com onze irmãos, meus pais João Neto de Andrade e Cecília Alves, minha infância foi boa, apesar das dificuldades, todos ajudavam na agricultura, me recordo muito das festas comemorativas, como o São João, Natal e fim de Ano.
Hoje estou com 31 anos de idade, vou faze 8 anos de transplantado, graças a Deus, bem realizado, feliz, e com saúde, em 2008 me casei com Lucia de Sousa, na qual tivemos um filho, Davi de Sousa com dois anos de idade, meu sonho é ter muita saúde e poder ajudar o próximo. Nesse ano, vou cursar a Universidade o curso de Ciências das Religiões, na qual me identifico muito.
Agradeço a Deus, depois a minha família, especialmente a meus pais que largaram tudo para vim pra João Pessoa, em busca do meu tratamento e do transplante, Minha irmã, que me deu nova esperança, os amigos da fé, a todos os profissionais de saúde que cuidaram e cuidam de mim até hoje.

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Diana Lucia Elói de Araújo

Comecei fazer o tratamento de hemodiálise em 14 de Setembro de 2000, por motivo de infecção urinaria repetitiva e hipertensão, mas desde nove anos de idade, que venho sendo acompanhada, aos 19 anos fiz uma nefrectomia no rim esquerdo (perda do rim), quando recebi a noticia, tratei logo de resolver, pra não comprometer mais ainda o rim do lado direito, aceitei o tratamento, seguindo a dieta, consegui ficar por sete anos sem fazer hemodiálise, depois veio à gravidez do primeiro filho Rogerinho, foi tudo sob controle, depois veio uma segunda gravidez, foi onde começou todo o problema, fiquei muito hipertensa, tive infecções urinaria durante toda a gravidez, tive pré-eglapse gravíssima, e foi daí onde comprometeu meu rim.
Nasci em campina grande, mais sempre residi em soledade, criado junto a oito irmãos, minha infância, apesar de ter vindo de família humilde, foi bastante proveitosa, sempre tive facilidade de fazer boas amizades e me destacava entre elas, sempre gostei de minha liberdade, na minha infância costumava ir pra o sítio dos meus avôs paternos fins de semana, adorava, porque era lá que sempre reencontrava meus primos, adora fazer piquenique etc.
Hoje aos 37 anos, sou feliz por ter meu filho Rogério, aliás, ele me deu inspiração pra superar todas as dificuldades que enfrento, quando pensei em desistir de viver foi nele que busquei a saída pra não desistir do meu objetivo de vida, meu sonho, apesar de onze anos de hemodiálise é fazer meu transplante, que até o ano passado, não estava apta a fazer tal procedimento, e hoje estou pronta pra fazer o procedimento. pois fiz a correção necessária
Agradeço a Deus por me dar inspiração, pra mim continuar vivendo bem psicologicamente, e pra poder continuar junto a minha família, especialmente meus pais Ricardo e Marina Elói e meu lindo filho Rogério, aos amigos que tanto me apóiam na minha jornada de vida e aos profissionais de saúde que carinhosamente cuidam de mim. Beijos a todos e a vida continua.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

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Eliete Nunes de Mesquita
Comecei o tratamento de hemodiálise em 10 de Setembro de 2009, sentia dificuldades de urinar, e com dor na barriga, a noticia de fazer o tratamento, não mi deixou muito apreensiva, encarei normalmente e hoje me sinto bem, mas o que me falta é disciplina (controlar) a quantidade de liquido.
Nasci na cidade de Borborema –PB, juntamente com 6 irmãos, meus pais Bianor Nunes Cazado e Elita Duarte Lima, minha infância foi com muita dificuldades, aos 12 anos vim morar em João Pessoa – PB, onde mora até hoje, aos 16 anos mi casei com Amarilio Pessoa de Mesquita( já falecido) na qual tivemos três filhos, Amarilio Filho, Carlos Alberto( falecido) e Eliana Marta. Minha formação é de Psicologia Clínica, trabalhei 26 anos como Técnica de Enfermagem e Psicóloga no posto de saúde do Estado.
Hoje aos 76 anos de idade, aposentada, estou satisfeita com o tratamento, fiz bastante amizades, gosto de todos, mi sinto bem relacionado, e aceito as coisas, e tudo que Deus determinar, porque tenho Ele no coração.
Agradeço a Deus, a minha família, especialmente aos meus tesouros, que são meus filhos e a minha amiga Adail Barbosa, quem tem feito tudo por mim, também agradeço ao profissionais de saúde que gentilmente cuidam de mim.

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Severino Ferreira da Costa
Comecei fazer o tratamento de hemodialíse em 2006, por motivo de pressão alta, muito inchaço, quando tive a noticia que tinha que fazer o tratamento, por esse motivo parei de trabalhar, por não tinha como conciliar o trabalho com o tratamento, porque meu trabalho exigia muitas viagens longas, me senti no começo como um invalido, senti revolta, por não ter mais o tempo disponível.
Minha infância foi aqui em João Pessoa, tenho boas recordações, brinquei, mas dividia o tempo pra trabalhar também, comecei muito cedo a trabalhar, aos 15 anos já ajudava e mi mantia, somos 7 irmãos, meus pais Sebastião Costa e Eurides Ferreira, hoje já falecidos.
Com meus 56 anos de idade, mi considero como um vencedor, porque passei por muitas dificuldades, em 1986, casei com Maria de Socorro Barreto, na qual tivemos duas filhas, Angelica e Ana Carla.
Tenho um sonho, de ser um sai ser transplantado, e Deus vai realizar esse sonho, com fé em Deus.
Agradeço a Deus, a esposa e filhas e a família em geral, os amigos e irmãos da fé, e todos os profissionais de saúde que cuidam de mim.

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Marivalda Pereira da Silva
Estou com mais de 3 anos que faço tratamento de hemodiálise, no começo foi difícil aceitar,foi traumatizante, depois foi se tornando assim uma grande família, e a mão de Deus foi agindo e as forças foram chegando, trazendo de volta, a paz e a alegria, no trabalho e na família tudo foi mas fácil, a dificuldade foi dentro de mim, hoje me sinto mais avontade, mais dentro da realidade e sou feliz.
Nasci na cidade de Areia-PB, sai de lá aos 4 anos de idade, para a cidade de Santa Rita, onde estou até hoje, minha infâcia sadia porém humilde, somos 4 irmãos, meus pais Manoel Pereira( falecido) e Maria José Pereira, conclui meu curso superior de Admistração de Empresa em João Pessoa - PB, trabalhei no Ministério da Saúde, durante 30 anos, em 1991 casei com José Severino, no qual tivemos dois lindos filhos, Marilya e Alberto.
Agradecimentos a Deus, a minha família, em especial a minha mãe, esposo e filhos, aos meus amigos, e aos meus colegas em geral, e os profissionais de saúde que cuidam de mim.

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Francisco Robério Óton Pereira

Comecei dia 19 de Abril de 1999, devido uma hipertensão não tratada, iniciando com o tratamento de CAPD ( Diálise Peritoneal Continua), realizando o transplante em 13 de janeiro de 2000, com doador irmão, a principio foi muito difícil porque eu estava me realizando profissionalmente na empresa que trabalhava, e também era muito jovem pra aceitar o problema, pois só tinha 30 anos de idade, no auge da juventude, confesso que foi sofrido o tratamento pois era tudo novo, eu não conhecia a doença, mas durante 8 anos, eu pude gozar de boa saúde, uma vez que o transplante foi um sucesso, porém após esse período fui acometido de uma grave infecção pelo ( CMV) Citomegalovirus, causando a perda do rim transplantado, em 20 de Abril de 2009, motivo esse pelo qual voltei a fazer hemodiálise.
Minha infância foi na cidade de Boa Ventura, onde nasci, juntamente com meus 8 irmãos, tinha uma saúde de ferro, trabalhava na roça, brincava, estudava, uma infância normal com muita saúde, aos 18 anos mi mudei para João Pessoa onde continuei meus estudos e trabalhava no comercio onde exercia a função de gerente comercial, em 1989 casei com Josenilda Óton no qual tivemos dois filhos, Ygor e Yaggo Óton.
Hoje aos 41 anos, me considero realizado, pois fiz um novo transplante em 19 de Junho de 2010, me sinto um vencedor, por ter superado todas as dificuldades e tribulações, com muita perseverança, me orgulha muito é ter um filho concluindo a universidade, e atualmente me sinto muito bem de saúde para poder compartilhar junto com minha família, toda essa felicidade.
Agradeço primeiramente a Deus, minha esposa e filhos, meus irmãos que se dispuseram a me doar, fazendo assim um gesto de amor, aos amigos e todos os profissionais de saúde que cuidaram e ainda cuidam de mim.

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José Braulio Cacaes Pinto
Faço o tratamento desde fevereiro 2010, quando foi detectado a IRCT, não tive dificuldades de aceitar o tratamento, pois me encontrava com obesidade elevada e assim venho perdendo peso(43Kgs) a menos, os membros inferiores com desinchaços e com habilidade motora regular, inclusive praticando caminhadas, hidroginásticas, escola de música, o que torna o tratamento melhor.
Espero em Deus regularizar os meus Rins e otimista que sou e devemos ser, continuo com esse tratamento no tempo que for necessário e sonho com meu transplante.
Sou natural da cidade de Recife/Pe, mas a minha infância foi em João Pessoa compartilhando com a cidade de Mamanguape; sempre fui muito ativo junto a meus familiares e nas escolas sempre participava de esportes, praticando inclusive o Basket-Ball. Em 1967, com 18 anos fui morar no Rio de Janeiro junto a minha genitora, iniciei minha primeira atividade de trabalho, estudava e concluí o meu 2 Grau; fui dispensado da vida militar por excesso de contingente e cheguei a cursar Economia o que não concluí. Em 1971, retorno ao Nordeste para minha cidade natal Recife continuei trabalhando em diversos segmentos e em 1975 casei e tive duas filhas Juliana e Liana, já casadas e me promoveu a vovô com quatro netos que são o xodó do momento. Em 1984 iniciei minha vida Metroferroviária, até o ano de 2033, quando me aposentei. Nesse mesmo ano iniciei o curso de Administração, concluindo em 2007. Atualmente estou concluindo um MBA em Gestão Empresarial e de Pessoas.
Hoje, com meus 62 anos de idade sinto-me realizado e agradecido a Deus por tudo que tem me proporcionado.Agradeço também aos meus pais Bráulio dos Santos Pinto e Dulce Ribeiro Cacaes e minhas filhas que sempre me incentivaram. Os amigos comuns e os profissionais de saúde que cuidam de mim. Com FÉ sigo minha vida na busca de melhores dias, com Deus no coração.

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Flavio Roberto Xavier Moura

Sou paraibano de João Pessoa nascido em 07 de maio, de uma família grande de sete filhos, minha mãe Maria Vilma e meu pai Onivaldo Moura. A melhor lembrança da minha infância é sem duvida do carinho de todos lá de casa em especial da minha vovó Rita Rufino.
Meu começo na hemodiálise foi em 14 de janeiro de 2010, mas hemodiálise na minha família começou com a minha mãe, hoje ela já está com Deus.
A noticia que você vai ter que fazer o tratamento é realmente difícil, mas se é para o nosso bem temos que em primeiro lugar ter muita fé em Deus, e confiar nos médicos. Hoje a minha vida é outra bem diferente me sinto mais disposto para trabalhar, isso mesmo eu ainda estou trabalhando por decisão minha, pois ele faz parte do meu tratamento psicológico. Ficar em casa só pesando na doença eu acho que não seria bom para mim.
Tenho o segundo 2º grau completo sou casado a dez anos com Lucélia Ribeiro e sem filho, uma coisa que está faltando para completar o nosso casamento, trabalho no mesmo emprego a dezesseis anos que é minha outra família.
Eu agora aos 37 anos tenho muita fé que algo de bom vai acontecer na minha vida não sei o que é, mas sinto isto muito forte dentro de mim. O meu maior sonho: agora estou em duvida, pois gostaria que estas duas coisas acontecesse na minha vida que é ser pai e conseguir fazer o meu transplante.
Agradeço a Deus em primeiro lugar e depois a minha família e aos amigos em especial a todos da paróquia dos bancários, que sempre estiveram comigo nos bons e maus momentos da minha vida. Sem esquecer de agradecer também a todos os profissionais de saúde que cuida de mim.

ASSOCIAÇÃO DE RENAIS CRÔNICOS TRANSPLANTADOS E DOADORES-PB

Santa Rita, 29 de abril de 2011.
Defensora (o) da Vida,
Eis alguns informes... sobre a nossa luta pela efetivação dos nossos direitos:
1 – O Projeto de Lei Passe Livre Urbano ainda não foi apresentado em Sessão da Câmara Municipal/JP, uma vez que a Vereadora Sandra Marrocos está doente. Assim sendo, temos a chance de ampliar a reivindicação para cardíacos e hepáticos, basta irmos (cardíacos, hepáticos e renais) ao Gabinete da Vereadora Sandra Marrocos, a fim de fazer esse adendo que contemplará a todos.
2 – Em relação ao Projeto de Lei Passe Livre Estadual, ontem à tarde, ao chegar para a reunião prevista no item 3, fui informado que outro deputado havia elaborado outro Projeto de Lei, o qual só beneficia portadores do HIV/AIDS. Como a luta é em benefício de “todos”, urgentemente, fizemos outro ofício à AL. O ideal é que este ofício seja assinado pelas pessoas que assinaram o primeiro: Josélia, Maria da Luz, Anny, Yone, Ma. José Lima Cândido,... Gomes de Araújo e eu. Para se ter a certeza que ainda é preciso assiná-lo, ligue para 3222 6618 ou 3214 4521/4522. Caso ainda necessite, recepcionista informará se a pessoa deve dirigir-se à Rua Duque de Caxias, 80 ou ao Gabinete do Deputado Anastácio Ribeiro.
3 – Audiência com o Gov. Ricardo Coutinho. Você já dispõe do Documento. Compareceram à reunião os assessores e eu. Objetivo: apresentar supressões e emendas ao DOC Segundo a assessoria, o DOC não necessita de mudanças. Contudo, precisamos nos reunir para que todos opinem, afora as estratégias.
4 – Estatuto. Ontem participei de uma reunião do CEDHOR, serviço de defesa dos direitos humanos no qual Dra. Valdênia Paulino trabalha. Ela, por motivos superiores, não pode ir à sessão. Aguarde notícia na próxima semana.
5 – Avaliação. Precisamos avaliar o processo da luta pelo direito aos medicamentos. A prática requer avaliação permanente para percebermos erros e acertos, melhor sequência dos encaminhamentos, descobertas, dúvidas, questionamentos, aliados, desenvolvimento político pessoal, convergência ou pulverização, reflexão profunda das nossas e dos aliados, crítica e autocrítica.
Antonio Heliton de Santana
Presidente